Relatório apresentado ao conselho municipal de Belém na primeira sessão da decima primeira reunião ordinaria da nona legislatura, em 1913
106 R EL A. TORI O inh er ente e nos diz re peito , e depois o qu e se r ela ciona com a s r egiões estranhas. , Assim é que se desagg r ega a carta d~ Par~ da do Bra– zil , e a e t a a qu ell a e tá unida , siu~ro di ze r, 1sola-_se par, ensina l-a á c riança, a pós a s prelurnn a r es; em ~eg_u1d a per – corr e-se a do Bra zil , Ame rica a que estamos mt1ma ment ligado. por se a cha r no mesmo continente, Europa, Ocea- ni a e por fim o conjuncto . . . . Egua lmente é preciso g raxa r na a lma mfant1l s1mul_ta – neame nt e, a idéa ela hi storia de sua terr a em synthe e 1m- pl e. e proveitosa . · Ieste pa rticul a r os fr a ncezes são ma is pa triotas que nós, por que qua ndo o menino começa a ba lbuciar os prjmeiro~ vocabulos, já lhe es tão a ensinar a cousas de seu P a iz. Conta-se a té com v isos de verdade, como que para co r – r oborar nossa a e rção que entre os filh o eruditos da a n– tiga Galli a, ainda hoje 1 ha quem ig nor e a Geographi a G eral. Pelo prog ramma do curso prima ri a do E s ta do, que é o me mo pa r a as escolas Municipa es, é obrigatori o o D eze11ho, bem a. ·sim a GYmnastica escola r, tra ba lhos ma nuaes e de agulhas, lições d e cousas, noções el e zoologia e Bota ni ca, Jn strucção Moral e Civi ca, noções de Physica, a lem do q11a12- tm11satis de Portu _guez , Geog raphi a e rithmetica. O ensino actu a l já vem em solu ção de continuidade des– de 1904, qua ndo se fo rmulou um R egul amento a pparato o, apparentemente auspi cioso, pa r a embair o povo de nossa ter r a. Par ece-nos bem cabivel aqui o conceito do primoroso psychologo luzita no '' S obre a nudez fo rte el a ver dade o ma n- to dia phano el a pha ntasia >. · ' III COMPE 1 DJOS METHODOS E PROGRA 11\fAS . :Cma d'.'1 s pragas, seja-nos permittida a expressão, que in – feli cita~ a m ~rucç_ão prima ri a e secunda ri a em no so pa iz, é a a dopçao a1:b1t1:an a de compend ios nas escolas onde a infancin houve as prime iras luzes que a g ui a r ão nos incertos pas os da v ida . ~' par~ notar q_ue em nosso Estado, a inda um criteri o s1:1 pen ~r e msuggest1onavel, não presida a ·elecção de obras c.hdact1 ca s para o estudante lêr e assimila r somente o que deve fazei-o, d'accordo com o ~stado de suas fa culdades in– tell ectuaes.
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