Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes
-··) - Porqu e ha todas e ta. 1 i: coacton da libef lade? . ão é p9rc1u . são toda nece a1·ia e indi pen. a , e is. co1,:i o um fr e io ao abuzo fa propria libe rdade, que muito· estorvaria á paz l ro p ridade sociaes? . • • Como , pois, expli car qu só a obri cração d e in - truir o u a prohi b ição ele e r ig norante seja contraria á lib<~rdad e.lo cidadão ? . . . Por ye ntura a faculdade de mante r-se a n a lphabe to não · tambem um abuzn ele li be i-clacl e , tão cl a mn osu ás familias como ~ o roubo. a I e rturbação d a ord e m. a fabricação ele moedas , o a·– sass inato, a v-agabunda o·em . e tc,? . . . ' Se n ' um l.)aiz rep u.bli cano todas aquellas le is limi – tadoras da libe rcl~ de do cidadão não são oppo tas ou co n tracl_ictorias ao r eg íme n politi co es tabelecido, ao co n tra n o são o-aran ti doras cio mesmo reu-imen e ela . . b ~ propna libe rdade, com mai o ria de razão não o se rá tambem a le i qu e vi e r r e. tring ir a faculdade de ser ig norante . / . . « Toda a vez que se in stru e um cidadão, diz Jul es <( ~1111011, tr~balha-se pela liberdade ; toda a vez CJU P. st-'. « impe d e a m s trucção trabalha-se contra clla >i. Eu n ão posso d e ixar de ex tranhar o :=cio com CJll:– alguns julgam defender e ntre nós a liberdade repu½l 1- c~na, combatendo o principio cio en:>ino obrigator_10. T"'... ntre t a nto. na U ni ão No rte Ame rican a, R epublica muito m '."- is_ antiga ci o qu e a nos ,a, e q~1e _temos pro– c~.1raclo 11111t~r e m Yarios pontos. a m_a1on a dos seL!s Estados a_ce1ta e prescreve a obrigaton edad_e do _e nsi– n o. A Su1ssa, m od elo el e re o· ime n democrallc , so tem uns tre s Cantõ e s, p equenin~s e g randeme nte monta– nhosos, o d e Schwitz, 0 d Uri e o ck U ntenvalden , proximos do lago Lu cern a, e Cantão d G nebra atjos cidadãos, . sem excejçlio de 11m. só. Sl~be111 lrr e cs– o 'c,.!er: onde a instru cção não é obng~tona: ·n~ t() lns os m a is, que são e m numero de de zoito, accc1la s ~ t cumpre-se reli g iosamente esta obri g::ttoriedade.
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