Relatorio apresentado ao governador do Estado do Pará, dr. João Antonio Luiz Coelho pelo Secretário da Fazenda dr. José Antonio Picanço Diniz, relativo ao anno de 1911 dr. José Antonio Picanço Diniz
Para q u não s supp nlia que não ri,· .. em o a YÍ ão cla ra da si tuação q ue iam as a travessar, ahi e tii. o as nossas pa lavr.is no au e da aba rança. cont ra ri o s<.;ria p rec iso que nada soul ssem os d o que s á pa sanJo ~• ra d ag u i em a nmpro _d e tanta rele,·ancia; que não eh l,, em a t nós a re,·istas, os jornacs e roJa uma ,., sra b ib liograp hia sobr · ultiYo da he, ea no rie nte · que n:io ,·issem s ·uidaJo, carinho c m q ue cercam as p la ntaçõe mai s s ujeira s J o que e1 1tn.: nós a · atagu,~s lo m io hostil m q u e ella dt! en- ,· h-em, das m lesti::i , Ja pragas que as io~ raro · r. p r ci o qu não Yis ruo :1 fabulo sa somrn :1 dt: ·apitaes que nella são em pregados · que nã pode · ema co te jar u nu por umaª" de. pesa: Fi e -..e 1:1z' 111 l;'.i e aqui , t::i nt e ma m;10 de b ra co m com s frdes, di rc it , c mmi ssôt:s, etc., q ue nâ p d t:s em s com pa- rar o cust da ,·ida diar i:1 lá e aqui. T o e.l as esta e u sas são d m a is sabida d n :m sc n· ir pa ra procu ra rmos uma sol uçã qu d e futu ro nos pos a li bertar do p rigo q u co rrem os. T em o de fact urn a s ituação p reca r ia, ma · cr io n :i e r de sp ra c.l ora . U rn pu lso firm e de gOYe rnn a lh e io :t tud o que n:io se ja o desb ra,·am nte <l 'e s e ema– ra nh :1do p ro b le1:i1a, qu t ra bal he ma is pa r:i o fu turo do qu para o presente, que n~antenh a :1 co ntin uid ade da dir ctri z das m _Jida qu e a. ex pe ri -ncia no vem :ico nse lh and e as execu te se m d tsa n imo sem lcs fal lecirn e n to, sem tergive r ação , um go,·c rn o ass im ,·e nce rá f r-;:osa m c n te . Do qu e prec isau10s é d sµirm o - nos d <?s so nh s de g ra nd ezas im ag inaria s qn SÓ 1T1 cntc tem e rvid o pa ra nos co n e rYarmo · em ex tas e e 111..::1rarmos :is nossas n c.ce s idad s cada \·ez ma-is inad iav is . Ha urn a p ro fu nda m odi fic ação a faz r- e em nossa vid_a co n omica admi- / ni ~rrari va ; t m os de c lim (nar co ra j :am n t tudo que no s fôr de despesas j nut is o u ad ia\·e i , de de o quad ro do p ·o a l da buroc racia a té ao m eno r ryiço publico que nos ca iba fa ze r. E' com o se co r re semos a um verdade iro p rocesso c iru rg ico q ue e lim ine do no sso o rga n ism o com ba lido aqu ill o que sóme n t pode comprome tte r a pa rre esse ncial de nossa cxiste ncia. E' co rn o se ti v,:sse mo d e fa ze r a poda cm uma g ra nde a rvo re aba ndonada, che ia de he rvas, at rop hi ada pela fa lta de so l, a qua l u ma vez ~ratada, rej u ven sce e fru tifica co piosamente As med idas a toma r não se rão uni cam nte de ordem econ omica, mas· finan– ce ira e abr:rngem ta n to a no ssa t ributação d fe ituosa e as phi xiante, como a d istr i- bui çâo da nossa despesa . • Como base de todo o plan o para mel ho rar t:io se rio momento, sobre o pro– b le m::i da bo rrac ha dl'\'<.: g ira r to da :t nossa acção. 1 Ado ptar as ni edidas de cultura e ex ploração que a ta n to ,·im os pregando, d iminu ir desde logo a pesada contribu ição qu e sob re e lb rcca he, attr :ihir COH1 a poss iYe l garanti a e e s rabi li dadc o capira l de q ue ta nto p recisamos, eis a linha ge ra l a segu ir, li nha essa qu e o g°'· rno do Es tado \'em traça ndo egu idamen te, chamando semprv a atte nçào I ara tão se rio empre h ndimem o . E' assim q ue não devemos squecc r qu e no balan ço dos se rvi ços em 1909, 1 9 1 0 e 1 9 11 , lc\'amos em co nta , a so licitude com qu e procu ro n-se r pre·e ntar 0 E<. t:1do n, ~ ex posições de Bruxd las, Turim l' Londres, oml, a no:.sa hon,ti.:ha
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