Relatório dos negocios da Provincia do Pará
( 13 J este neto, attc•mlcrnlo ás circnmstancias do caso cm que cn o pratiquei. (1) Eis ahi e::;hfo o::; protcctorcs crcndos pela::; nos• sas kii-;. Em certas mate-rias o melhor remc<1io é deixa– las dese1woh·er livremente, porque ::;ú o tempo trará rrmedio. . Para mim :1' :~cção do ~stado ~ respeito dos in– d1os se. 1leve lmu.tar a pumr o::; cnmc::; qnc contra cllcs fo1·c11t prnticailos; tudo quauto <liz rc;:;peito a elllc~;, c1nerer submcttel-os A leo·islad'ío oro·a- . o , l b msal-o~; com as bases da nossa soriedade, si'io ab- surdos que só cntrão m1 cabeça de quem não tem Yisto o que scjão índios, e de quem não sabe o re– sultado de todas e::;sas medidas protcctüras. De tudo q ne tenho dito Y~-se qne :í fa] tn de in:-;truc(;ifo, á 11ào existcncia (1e machi1111s, ªº. furto, aos vcrnlilhõcs, rcgatõc:;, e dircctorcs de ~mho::; se podc111 att1·ib11ir uH 111all'~: 1i1:1i::1 i111111edmtarnentc 1--enticlos pdu pc<1ucuo e graude productor, isto é, por toda, a nossa lavoura. .. ..:\ disseminação de lu– zes, a publicação de tratados praticos e elnros de :.wricultura a })l'Cmios c1nc a provi1l<'ia 1..kn.: dar ,t 0 ' 11 . quem primeiro introduzir me 10r:unentos cons1- deravcis a medidas coercitiYns, qne tcmlão a pu- ' f' ' nir o extravio que se converte cm urto, sao por agora os meios thcrapcuticos que me parecem acou– sc>lh~n-ci:,; na molcstia. N:i.o fallarei em falta ele hrnços. Seria. tnm- bcm uma necessidade muito grande, se nós quizes– semos que a provincia produzisse tanto quanto tem de arên. .,
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