Relatório apresentado ao Exm. Sr Dr. José de Carvalho por J.F. Monteiro da silva

( - 23 - s MARACANÃ. O nu 1 o rl . tinaclo pecialmente ú catheche e e aldeamento ele indio. , foi conteactaclo cm Set ml ro de 1 9 com frei Re naldo le Paula, superior d.os frades cnpuchinho. lorn.bar clo no .r or te elo Braz il , e n'e e rn mo anno fo i in tall ado. D então para cft, tem augmentado a população elo nucleo, ní.10 :-.;ómente cl i nd igena que vão e cheo-ando aos aldeamentos e habituando-se ao trabalho , orno tambem de immigrante::; de outro E~ tado , por ter ·ido anctori ada a loca– lisação de aJo-un l'e tes. Po ·sue o nucleo 57 familia , convenientemente situadas e applicadas ao t rabalhos agricolas. Alem da morada dos immigrantes tem a colonia casa para a Directoria, dita para arma.zero, enfermaria de i olamento, escola, officinas de ferreiro e de carpinas, curraes, estabulo e casas para trabalhos de lavoura. Parece pois de bom resultado o nucleo de Maracanã, para o que concorre não pouco o zelo do Director , frei Carlos de S. Martinho que act ivamente e es força pela civilisnção de ind ividuos que até pouco tempo estavam na vidn selvagem. A escola tem funccionado regularmente, havendo nella matriculado 47 meninos. Tambem continua a como devia naturalmente agradavel. er per feitamente bom o estado sanitario elo nucleo succeder n'es e logar, cujo clima e benigi:iamente BURGOS AGRICOLAS. MARAPANIM. E te burgo, cuja fundação fo i cont ractada por Ferreira Ca tro & C., continua m progredimento, provando- . e com isto o acer to elas cli posiçõ s con taute <lo contracto. O desenvol vimento elas plantações, o bom trabalho da administração e n, regul aridade com que o contractant s executam seus compromi sos, deram mo– t ivo para qne fo. e bem ucceclido o mpr h nllimento do burgo, ujo essio– nario t m motivo de orgulho pelo r ultado · obtido., com vantagem propria e com proY ito para o:;; ·olono. por cll locali;:;ad.o . Devemos ~inccramcnte de. cj n.r a realisa.ão de iclentieo RPrviço, qne é Yalio– r-,i. ·Rimo para o ngran<le ilnento de no~ a agl'icultnra.

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