Administração do dr. Lauro Sodré / por Albuquerque Mendonça.
Pa ra lecionarem no Lyce u Paraense e na Escola Normal, mandou o illu s tre Gove rn ador contractar em Pa ri s, por inte rmedio ela Legação Brazil eira, dois pro – fessores de Pintura e de D ezenho, le ndo vindo a esfor– ços do dr. Gabri el d e Piza, doi s pro fiss ionaes campe- tenfes . · A ' Academia de Bellas Artes, fundada pela As– sociação Paraense Prnpagaclora das Bell as Artes, con s– tituida em 24 de F evereiro de 189 5, dispensou o dr. Lauro o mais fra nco apoio e protecção, A Academia ins tallou-se e funcciona em um bel– _lo eclificio cedido pelo Governo. A lei orçamentaria de 1895 a 1896 votou a verba de 2 5 :00 0 $ 000 para auxilia r a creação da Academia e a do actual exercicio c nsig nou-lhe o a uxilio de.. . . 4 0 :000$ 000. Outra lei, a de~n. ·445 d~ 30 d e Maio do anno pas – sado, creou em se u benefic io os impos tos de 100 $ 000 por espec taculo ele revis tas, opere ta,s, etc,, e ele 5 0 $ por espectaculo drama ti co q ue for dado no theatro da Paz. • • 0 ~ · Em 15 de Ag9 ro;- de 895, abriu a Academia o seu Conser vatori o d~ Musica, cuj as aulas acham– se p rovidas d e profes_sores d is tin ctos e h~bili!aclos. A directoria a rtí s tica do Conse rvaton o fo, confiada ao insig ne Maes tro Carl os Gomes, q ue infeli zmente no es tado g rave ele moles ti a em q ue chegou ao Pa rá apenas pôde lig a r a ell e o s ~u g lorioso nome: assu– mindo a res pecti va d irecção, sem pode r todav ia pres – ta r -lhe os ser viços e o p res tig io de q ue podia clotal-o. E deyemos aqui registra r, a moles tia e o fallec i– mento do g ra nde composito r nacional deram e nsejo ao d r. Lauro d e ma ni festar pelo modo ma is bello e patri o– tico o e u amor pelas :i rtes, com o g ene roso acolhime nto e cuidados pres tados a Carlos Gomes na longa agonia da enfermidade que o Yictimou e com as •
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