Administração do dr. Lauro Sodré / por Albuquerque Mendonça.

• -24- impon~ntes homenagens fun ebres que mandou faze r– lhe a expensas do E stado. . A ma tricula da Academia de Bellas Artes ele– vou-se em. 1896 a 6 r I alumnos dos dois sexos. E m lisong eiras condi ções de prosperidade de ixa o dr. Lauro Sod ré es te importante ramo do serviço puhlico. . Por decre to n. 372 de 13 de Julho de 18 9 1, a que · já nos referimos no começo d'e.;te trabalho, deu-lhe nova orga nisação e estabelec~u as bases_ geraes · em q ue devia assenta r todo o ed1fi c10 do ensino, nas s·uas dive rsas classes e rami ficaq:;:ões . ~ 0 . Essa orga ni sação . foi ultimamente alt erada pela lei n. 436 de_ 23 de Maio do ª'.rno., pa~sado, para cuja execução baixou o sr. d-r. L~µ~o Sodre o decre to n. 403 de 18 de Ja neiro d' es te au_n o, dando novo regul amen- to geral á instrucç:lo pubh ::a. · ' " -.. · T res são as classes em qu~ se acha d ividido O e n– sino publico do Estado, la rgame r:i te ampl iado em vir– tude d'aquellas e de outras reformas q ue veremos adeante : O primario,- minist rado nas escholas p rima rias, nas escholas-modelo ann exas ao cu:so no rmal, no In s– tituto Para ense d e E duca ndos _Artifices, no Colleg io do Amparo e outrrJs estabelecun entos q ue de fut uro fôr em creado·s com esse fim . O secundario,- dado n~ Ly~eu ~ar~ense em um curso integral de lettras e sc1en c1as, s!m1lha nte ao do Gymnasio Nacio nal, e nos cu rsos pa rc1aes dos Interna– tos e E xternatos do interior. O profissional e technico,-facultado na E scola .,

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