-Eh! yôyô... mas . .. - Olhe, deixe-,e de hi stori:-i s commigo. Se me toma por mol eque, se julga que a quero enganar, aqui tem todo o meu ordenado cl'es te mez: entrego– lh 'o, mas não esteja a ma sar-me. - Eh! eh I eh ! yóyó. Vassuncê é <l e"-confiado. ' Virge l\laria l quer tudo assim a vapor. Espere, eu vae Yer se consegue o que vassuncê peàe. Alberto retirou-se para a esquina, onde começou a assobi ai' a aria da Tra i;iata e a tia Francisca en– trou , de ixàndo a porta da rna entrr,-aberLa. Foi á po rta que dara para o quarto onde jazia a mãe de Ritinha , já ca <lar er, ce l'tilicon-se pelo sileu– cio que ella dormia, e depois chamou as portas so– bre ·i e de mansinho veio sentar-se na rf>de da me– nina adormecida. Fechemos este capitulfl, pa ssando uma esponja por de sobre os infames :-icontedmentos Ll'essa noite, que tivel'am como consequencia o flr:;virgina,mento de Hilil}ha. São 6 horas da manhã . A' porta da casa da nossa infeliz <lonzella ia um homem erg,1endo o bra ç,o llireito para bater, quando ella abrio-se, para dar sahida a outro homem. O que ia IJater recuou um ' pa :;so, surp rezo, como que abriuclo pa sagem ao outro que sahi a. O que sahia cham;:iva-se Alberto; o que ia bater á porta, quando ella ahl'io-se, era o sr. Andratle dos Santos Co rrea, proprielario do es tab-olecimen to onde aquelle era caixeiro. , - Sr. Allrn rto l por aqui ! n'esta casa I a estas horas l dormio aqui ! Estarei cego ?-e esfregou os olhos como que procurando Yer melhor. Alherlo empalliderera. Os - eus- labios tremeram convulsivamente, ell e todo tremia . ta

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