Fuiminára-o a presença do patri'ío n·aquelie lo• íYaJ", . " O sr. Andrade continuou , interrngando-o: ' -Não é venlade que se chama Albed o ? O moço acenou com .a cabeça, affirmativamentr~. -Meu caixeiro ? O moço respondeu mm o mesmo movimento de cabec-a. -=-comprehenclo tudo. Em troca t'o alnguel cl' es ta casa que mandei-o hont ern cobrar, obtev~ a honra J 'essa pobre e infeliz donzella , que é .... que é sua irmã ! 1 ! ........:.J\Jinha irmã ? ! estel'lorou Alberto, arregalando os olhos, mcttenuo as mãos en' !'fl on ca bellos t) a,(all– l'ando para cima do patrão . . . Minha irmã ·? essa 1110ni11a que se chama Ritinha , com qu em passei a noite ? . , -· SLm, desgraçado moço !- Embor~ tanto o Sr. como ell a não sejam filhos de matrimonio, são entrr– tanlo filhos do mesmo pa c. - Sr. Andrade, por Deus ! iO lu çou o moço . . .. - ne.Lire-se ! ordenou imperiosamente o sr. An- drade. · AIIJerlo , como um belJad o, mal snsterH.lo-:;e 11a :-; pernas, obecl eceo e segui o inconscirntement e ru~ afór::i. Sacudindo a cabeça, meio atterrado do que aca– bava de saber. o sr. Andrade deixou-se es tacionar · algu11s minutos à porta de Ritinha , até que resolveu- se a bater. . Yeio a tia Francisca. - O que é fe ito da sr.' Thereza, e mais da filt 1 u a menina Ritinha ? inlcn ogon. ' -Uhé , branco I Va~s1111ca tem um modo el e olhj p'ra gente, que mette meclo ! .. . Estão ahi. . o qu e · o sihlui que r ? - Quero vPl-a_s, CJ\lero fa lJ ar a ambas . .. .Andl' , di ga-lhes que e~ ta aq111 o procnrarlor cio pai• ela mr . nina Ri tinha . . . "

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