96 deitou-se depoi s dr ter enchido o cachimbo e mur– chado a luz da lamparina. Bitinha resomnava já e isto consolou a velha. que murmurou , por elltre nuven, de fumo que LiraYa do seu arrento tira-desgostos: - «~· tá bem, o remedi o foi bom; a minh a neLinha amanhece boa . Den llie M um omno socegado;n e ia quedar-se ao somno. quando Lres leves pa nt:acl a,. se fizeram omir na pol'la da rna. D:wam dez hora s no Ara g~o de Sa nt'.Auna. - Quem erá ? murmurou. A e tas ll or~s da noite ! Teve tenç,ões de e··pe1·a r 4ue batessem onlra vez; , mas recei:mdo despertar a neta, persignou-se tres ve– zes, cobriu-se com a saia , e tl e r:-ic liimbo na J,occ:-i , perguntou de mansinho: - Quem é? -Sou eu, Alberto, tia Fraur Lca ! - Nhó. Ali ! é 1.:ass1mc1:? .Já abro. E abafando com uma da s mãos o moviment o da chaYe, abrio a po rta , sahi o para a rua , scnt on-se O· bre o batent e da porta , oncl e Alb~rto j:'1 se acham sentado. Conversaram longamonle. Da com ersa, di alogad:1 em segredo en tre o · dois, apena poud e-nos t:hegar ao.: ouvides as ultima · pa– lavras. - Toml~ e, tes recibos; são os dois mczes da casa que já pagu ei. IYa rn ::mhã cm cli anlc púcl o mandar hu sca r ludo qrn,nlo prrc isarern , na t:ilJ cn1 a al i do ca11lo, ond e jú dei ordens f1·anras. - Sim , í ú ·ôsinilo. Deus 1 osso Senhor lh e t1j11tl e. - O que fo lla agora ·? - acl a. Yórú. - E então. ·po:s. o pas:-ar a noite aq11i '? - Quem . abc . ú a minha ncli u lt a quer '? - Porqu ' 11ão lia d • qn ere l' ·? N:ío :1 e:-lou cr r- c:111<lo el e ·ommodidadr•:; 9 Não a milito tirar da 111i:ie– ria, fa zei-a feliz ta lrl'z ·? 1 1

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