O li\To que ahi tens entre mão, , amigo leitor, não pert ence ao numern u· ,1<1ucll es que tenuem a firmar principio· de cl ouLrina , preceituar leis scienlifil:as ou Jitterarias, nem Iam pouco Jar noYO endoreço á mar– cha do pen: c1monto humano. Não me foi ambi ção eleYal-o a e, a altura, por– que-não imejanclo a . orle fota! J e Icaro~, jplgo que cada um cumpre com o seu dernr , fazendo aquil– lo qu e pócl e e não procurando mo trar-se mais do que· aquillo que é. 1 0 meio em que YiYemo , ~mel e a poclantoria , a basofia e a charlat:rni <.:e, r eYe Lindo-,e com alheia roupa gens, ornadas el e arljectiro em alto r elêvo, tem adquerido foro, do enlidade é is, o um grande de– feito , e tão granue. que aos cspiritos ill etrados fará decrescer aiocla mai s 0 dirninnto Yalor cr es te peque– no livro uni camente porque uin o-nom tom a pcqueni- ' na prcoccnp~1 çTio el e pro<.:urar rernnh eccr- e. D'ahi os lilleratos inronsrios. D'ahi os críti cos sem rrilit:a. Para immortalbar e. l< 1 meu livro e Yêr o meu nome nas aza s niYc;i s e espancj:rntes da Celebridade, ao sonoroso 1·lan g-o r da lrnniiJCla tia FêJma. ])astava– mc lançnr rnJo dol:, meios jú conhc ·ido · n·esta nos a terra. isto (\ lcYa11tar as scnl nras da' cotleries e o arr11ido arripiarl or e eslonto:mt e ·c10 cscandalo. P:ira tlar :io leitor uma id éa frLantc elo quanto Yal em e~~as i!Jl 'l'f}i11lw . Yon rilar-llte um facto , ver– cl::1d eiro on fal so. que imporia ! mas cm. todo caso um fart o ,HltnbsiY<'l o comproyarlo na pratica. São dois :1rtos rll' uma pequ ena forçada , que al– g11 rm tralluzi o rcsnrn itl:1mcntc p:ll"a o nwsmo lim do que r11 ora mr sirvo . . Eil-o : «Est::rni os cm Pariz. O primeiro :i ·to pas a- se na ra sa de .\Ir. "'· D1un,1 s. - ·111 lal Olho dr l,!JII Cr , rclcbre noliciari ta. foi e11viarlo pela Lampa rinr, Litteraria, que e~ tav,l '
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