desprovida de assig~antes, para taetear Mr. A. Du– ma s. O Olho de J.,yn ce penet ra no gabinete do roman– cista , e diz-lhe:--Illustre mes tre . .. Interrompe-o energicamente Dumas: - ão me chame illustre mestre. Actualmente só um mes tre ha em th P.atro .. . E esse mestre é o Sardou ! Sardou é um gigante; e eu um pi gmeu. A peça por excellencia que eu conheço no mundo inteiro é a Fcedora, E' uma chef-d'ceuvre ! E acaba gritando .freneti camente: Oh l aquella Fcedora ! ... Desde que a vi ... Olhe . . . Veja ! Aqui tem onde todas as manhãs fa ço a minha s ora– ções-era uma photographia de Sardou (? ! .. -) - O 2. º acto passa-se em casa de Sa rdou. O director da Matraca theatral, querendo muita s assignaturas, manda o seo noti ciari sta Ouvidos ele G~zella á Nice, pedir um arti go a Sa rdou .- Eu cle– seJava, mestre .. . Interrompe-o Sarçlou; mes tre quem ? . • Eu ? . . . Ora acleos ! . . . :\1es tre só elle . Eu cá di scípulo. . Es_tremece o Ouvidos de Ga.zella, e pergu nta-lhe m1pac1ente:- Elie qn em ? Re ponde-lhe Sa rdou :- Elle Dumr1s ! ... E ell e que di gnou-se foli ar com indul gencia da mi nha Fooclora . . . Mas , ó as suas comedi as clerão a nota do secu.lo . Mr. Dumas é uma enormí ssima cabeça ! E terminou dizendo at, Ouvidos de Gazella: Olhe, quer saber até onde cheaa o meu fetichismo a seu respeito. Venha c~1. Sa~·dou mo tra-lhc nm oratori o, ond e arde uma lampacla dea nte de um re– trato. Era Q re trato de Dumas. Vamos ao epil ogo. Um dia Sanloli e Duma . cl iri airam-sc á sessão da Academia. Ião conversa ndo; e {Jguem pouclo apa– nhar e tas palaYras entrecortada : aDecididamente rJ de tt1na grande esperteza i to que nós imaginamoç.

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