Justo- a apolheose nwtua. Vem a dar na mesma como se fizessemos o• nosso proprio elogio: cada qual por seit lado. E depois tem o heroico ar de desinteresse .. Ah!nh!ah! » (? !) Citando este fa cto, note- e bem, não quero rJ e forma alguma sanccionar as allu sões n·elle endere– çadas aos eminentes escriptores francezes, deante dos quaes me cuno confundido. .Q meu de ejo cifra-se apenas em querer sali en– tar os mr.ios immoraes pelo quaes actualmente se faz de uma bê ta uma .grand e notabilidade, e ao mesmo tempo proYar que, si 11a grande ·apital da França, a mestra do mnr1do , corno lhe chamou Vi c– tor Hugo, onde tém haYido e ha e ·t.:riptores de me– rit0 real , suppõe-se a existencia d'es, a mizeraYeis teias de aranha, quanto .mais aqui , ond e os sabios são de estatura menos do que mediana, litterari.:1- mente falando, e onJe os sabichões limil.am- se a 'Vi– rar elo cwi!sso todas a producções lilterari as, que já - vêm um pouco deterioradas de Porlu gal , o que não ó muito, se attendermos ao plagio. o que é mais. Persisto , pois, no meu defeito; quero por elle soffrer tudo e ter a con8ciencia tranquilla, a arre– ceiar-me que algum fall ec iclo appareça por ahl di– zendo de mim o que Virgilio disse de um Yilão que lhe l'oubára as gloria de uns versos seus: Hos ego versículos feci, tulií, alter honores . .. Dém, pois, ao meu livro o nlor que lhes mere– cer, na çerteza de qne o tenho como um poucochi– nho superior aos que tem YOmilado ultimamente os litterataços porta-band eiras do reali smo porco n'esla nobre e genero a região. &. c!Ztma. JI. S.- Fi co as orde11 .· dos meu cen ores, pedin– do-lhes apena s ctu c nrto appareçam mascarados . .. Sou do lei tor muilo amigo, e d'elles . .. nem Am.º, nem muit o obr. 0 - - O. Lima, •

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