õ el e Socrates. Con cios cr csla grand e Yerdade, e para qne o critcrio dos cloutos e a ns_c larecid a licção _dos sabios não YOS e ma rrasse,-cl c1xasle vo · dominar pelo delirio da celebriJaclc. r se n'ío YOS foi sonl:o a mania de Ero lralo, foi-vos ambif,:;°WYern:er tudo pela petul ancia dos ga rôtos . . Imejastes o procedi_mcnto da mulher de Saturno. que fazi a grande alarido ern casa, para qne ·eu ma– rido não omi sse o chôro dos filhos, queremlo com es te meio furtal-o á voracidade do pai. Vós usastes do mesmo recar o, para P capar ao bistoU?·i da critica e apregoar-vo porla-band~ira . el e umas imbecilidades rebOc:.id as com i-rJnle Pan z. A publi cicl acl e, porém, tem o olhar de vidente e surprehe11d cndo a, YOS as mizerias, vi rou-vos as cos– ta ~, depois de prend er-rns ú grilllC'la do esca rnco pu– bl1 co, entrcgando-vo á rLola es triclula cios aprecia- dores do ge nero. ~ vo sa pre~umpção cegon-YOS de tal fórma , q1ie vos JUl gas tes superior a tndo e a todos, pelo ·sim– pl_es fado de terdes sn!Jit.l o ú pl ata- forma el a lorr_e E11Tel. esquecendo-rns J e que a russa bengala, sulno , romro. co e nem porisso dci:.rou cl11 SI' /'. pwra, e simples mcnl~, uma henr;ctla; 0, qncccs te- rns de que para gal– gar a plata- f'órma cl' es, a Lo1Te bas t;i Yam apenas ver– nas_, e que com duas on com quatro muilos súl1em ~ a10res alturas . desde que lwjam degd os para su– bir º?- e)eYaclnr para guindar. D aln o moli\'o porque cnl e11cli 11ão dever deixar– YOS na ignor:.incia de que me acho prepa rado para aparar-n)s os bótes de alan es, JJO r toclos os meios, por todos o mocl os . E lu_do is Lo. para mostrar-Yos qn l' . aos uesal'ora– dos prc lacios de vossos li vros 7Ji(ios, pódc-rn op11or um 01tlrn rnrno e, le, s(• m ter ido á ll:1riz , se nt sul1i1· à Torre EiffPI. "em fazer c<J n'.- Lar l'ahidadt•s. Jsto pos to, mais alguma, pala\Ta. ao l<' itor r concluo.

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0