Toc; H.la . purnu1, ao de leve 1Jela temura da .:-_vm– pathia. porta;:; a den~ro. e~·é.l o 'flte e c_harn~i urna rn~– lher perfeita, despida ct·essas ca, qu1lhana s e fingi– mentos de cocoues con ummadas. Não era o preço que podiam merecer os ~eus af– fectos, que a transportava ao paroxismo do praze:·· nos braços que a procuravam nl~çar; era o coraça_o íJUe dilatava- e ao c0ntacto do ob.1ecto de ·nas affei– rões. · · ·Depoi::: , cen a<la~ a:, l..'.úl'tina~ do leito . . .. 011 1 ,·ti:,,:. lóurus .,·isio11ari11~. qu é vivei~ para ahi ·;i idefllbal' princeza :, w m seio:, de alalJastro e odalh-· · c·as formos,,:-: de hare11 s qu e nunca \'Í. tos, dh:ei-rne: s;11Jei · o ,rne é estar em r-oulacto com um:i mulher divinamente bella , t.ontar a~ rmlsaçõc. do seu peito pelo beijos ,·om qu ella nqs rnlla os lahios ? Sabeis o 1ue é• oqvir o tic-tw; de um relogio, ou– vindo pas. ar os segundos. os niinntos. as horas dr torla um;i noite ao lado fi e uma mulher asJm '? .Jà reros ta stes mn só ,lia a vossa macilP.nta front•'· :;obre nm collo 0pul ento de ra rnf' ro111 !'ef!idez do rnarmore ? Elbouora era uma rnulher assin1. Como Mnsidura . eni capaz <le as~i ·tir , :-ietn lhl' tremer a pes taua. 1:ont gelada indifferença, o prestito funebre que acompanha sse ao t.emiterio o corpo e11 - sangueutauo tl o amante, aquem ella não dedica ra se- quer um olhar. · . Mas. quando envolvia nos ' seus braços o corpo que a sua imaginação sonhára, hauria a largos haus– tos, com a effen·escenr,ia do de. e pero. gotta a gotta. t0da :i ambrosia <la ta ça. E a mulher apparecia. P todo aquellc conJuncto de perfeição ·se offP,rcria. nú. 1'ompleto, perfeito , ;i
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