77 tressurar perfnmes mais embriagadores do que os da essencia das rosa~ de Srn~Tna, ~em uma nodoa, sem a mai s lere contraccão. Quanto não dariam metade de suas riquezas para uepôr apenas o simulacro de um beijo n'uma d'aquel– las covinhas que o ri so desenhava em suas faces, n'uma d'aqnella s linha s feiticeiras do seu pescoço, rhamadas collar de Venu s ? t..)nan to. 11ão dariam ·o prodncto cte grandes labo- res. para tora r os lahio~ n::i . fimbri a$ cto sen vec.ti (l o? Quantos °! Foi as~im que a tonhecemo~. Depois ... não ! . . .. Deixemos aos vermes as po– J l'i rlões. Não fall emo da bellesa qu e cahiu, nem da tristeza qur nos pnn~e. fJUancl o vemos murchar viço– sa fl ôr . Sonhando talvez com tod a a harmonia perfumosa das aguas dos Mauzanares. qne lh e embalaram o ber– ço, ella cahiu aos hotos da elephanliasis, arroxeada e fria, fr.ia r c,HlaYerica, na valia r,sr. nra de um rcmi– lerio ag resic, palórejaJ.1 as vrze pela luz baça da lua , sem um cpita(lhio que record e ao viandante u que ella foi. E. se éll e rhegasse a sonhar a bell eza tl"aqneUag formas ele mnl11 P. r P.xcr,ssiYamentP, form0$3 , profa11aria um sev11lcl1ro. ~i>-5 - 90. •

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