7!i ~lagno. u tYI'º uú de sua favorita, para rerir a pedra rom o mais pequeno lraço cios con torno s da nossa hes1)anhola. Não lhe poderiam adYinhar. o si mpl e golpear do yi sta , por de sobre as línhàs desenhada s nas roupa– gens em que se eriYolvia, os tics ele seclucçao que YO– lita.Yam-ll1e a Hôr da s sedosas culi s. Quem tem a sup rema ventura de penetrar no ~eu Juxoso gabinete, em o hotel .. .. omir-lhe o segredo <la falia , em murmurio c; dôc:cs, como qne sentinclo-<:.c elevado pelo rodopiar aveludado, sonoro e alegre, da s melodias allemãc ·, 1)0<leria , nos transportes de illimitada e queixo· a ~audade , t:ontar-nos a miurlo. as noites cl'aquella mulher, aquem o amôr de um lou– l'O deixara ao alrn ci o bc~u da pl'ostitui ção .~ as sua s ,meias o seu c. gal', os seus entern ecimentos e o lon– go desa lJafar de magnas ele Lodo aquelle mundo de voluptuo ·idatl es, qu e se ent:errava no ai supremo em qu e se descoalltaya toda ,1 Lern11ra do amôr. .\Ias, não at;ordemos adormidas reminiscencia , em peito. ele· poucos ue!'lgra çados que. em troca de um ' ~1~g1111do de prazer, for:.\m alli depór aos pés u'aquel– ic- aa11jo da pro titui ção, como Carlota CorclaY o l'óra_o üo as. a sinatoll-na ex pressão de Lamarti°ne. rjs · sua: bol ça:-; re01teiadas de ouro e joias ele eleYado pr rr,o. Caraderisamol-a com mai s al guns traços. Eleonora, Oll antes a mulher que tentarno . csbo – l'.ª '.', 11::io era, ~111 toda a acc pr,ão lata da palaHa , a– qu1llo que o · franctJZes chamam Tricutem;e. Lo_nge (t'i :-so. _Denlro do peito ela pro ' tituta, falla– ram ?m~la os ,:e11t1ment1~, castos e puros da donzclla. D al11 o n·cato qnc ,·e lhe transparecia do proprio andar. , LO\tt'n1·a era pensar cm romprar-lhe beijos, ou J'0!:!11la1·-lhc a . omma de Lernnra s. pelo numero ele 111ordas que poclc ~~em tilintar rlcntro ·cla hoe, ta üra– vejad:i rlc rnl,\11 s I perolas, 011d11 clla guarrlava a pri– nwiril kmhran ·;i do :-P ll prirneirn :in.1,'lr.
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0