Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
:· . -~,~ ,.,,. _. . ;,.~· ,r .3~.. , . ti deste nossJcapitât9 Jeua mui- to avéntajern , que aqllella c'\io só de ouuir nómear huma Virgem , e. esta se al~uanta oje , em compa~ , nhià desta Virgem , e Marcir San' • ta Cath'erinà , pe1lo que com mais .. tezâó lhe cabe o letreiro , de doncc. ,. -•~I Virgo pati"dt , porque como já não ~ ha de parir•outra , alli estará, em qu:mto o inundo du'rar. Que farei ? que as obrigaéóes q ue temos a este capitão dizem ~que diga mais , mas não ouso , porque ..;.,:... temo d€ enfadar , em fim concluo ._ com isto. Entre ás Leis que Solotl fez m sua ~publi c-a , foi esta a que pôz granêies penas, que nenhum viuo fosse , m~aQe_.,a,di~~ mal de nenhum morto , ora vêde , ·l)lC pe- . . ::'° na daria a quem espedassasse esse .· ., t orpo morto , e o maltra tasse , e ~-– ihda se podéra isto sofrer , se~ _. corpo humano se tornasse sa tis ação ~ >– de al guma offonsa gra nde , mas em _/ . hum corpo de pe~·esenti- • 7w, esem ;(~:Í~;~
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