Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

~ · . ~~-- . ·. _ • ~◄- . «' \ aes , mes4 t?as aléOart~• râo , rsi posso dizer em nome des• te cãpitâo , que póSto qué s@us hêJ. ~ullos lhe derrubass~ni suá estama , ~que suas virtudes , suãs óbràS hê-1, • roicas , '"ningue01 lhás poderá huficã • escuresser, i1em abãter; porqut! essas l~•- ·" bem sabidas cstâô põf tô® ó híun- ~ do. • Tartto que o Romulló acal>óu de fuüdár à Cidade dé Roníá , malii. dou leuantat sua estatua effl Jium lugar púbrico, e p6z-lhé ao pée es;. -te letrei:o - N~n ca~e~ dõ~~~ vir– go panat - Nao cah1ra daqui tee pàrit hürria virgem ; q~_eréndo dizei:' que estatiã perpetuamente , por auer · pór i!lipóssiuel parir vir~em , mas IJ_ cómo os ~rns·s•atbelHoseDeos sfo t•· :mais di-~rente~ dos dds ho ri~ens , qu iz • ·-;;. qué ellc mesmo fds5e Profe ta de suà · · roina, e do parto da Virgem Nos-– .:~ ~~w ra ? e ~s!'im .º dia que ella ·i(!â~10 o U01gen1to Filho de Deos_, veio a estatua donde esraua , aba1- ,. xo, e se fev..p-::1ªiº'• Mas,:5•, ~ • \ ✓ -.~-;; J - .

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