Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
•"' • . ·. ,n~64 ~ • . . ~-( -~, mdo. Ora. já qulimigos n~o pe– perão (em o_utra cousa mostrar seu odio, os amigos qu~ conhecem suas. __.;virtudes , estes Pacir€s conscriptos, --estes farnosps cidadãos , tornão o- • je a leuantar sua estatua a sem lugar, I~•-., e polia ventura, que pela imgratidão ~ :que com elle se huzou ; • premi risse · Deos que dahi a poucof. annos vies– sem os rebeldes a nos · destruir , e afrontar aos olhos destes vizinhos a quem tomamos a terra. Hora já que -~ agora se faz . tão justa restituissão, ,v ~ d ~ nao temamos que aconteça esastre nenhum a esta nossa Cidade. ~ando David fiú_ 1 cercar o AI- . cassar de Çion, (1) onde est:iuão os _Gebuseos , v;ndo elles seu poder , ~'-. huzarã~~te arcl!~ pozer_âo ~obre os , . . ·· mure1s" duas estat~as que tmllêlo , hu– --~ ma de I~ac cego, e outra de Jacob ._ côxo , porque como todos lhe tinhão : ~ -.. ~e ven°l?raçfo , nem os d e fóra . C:- atirarião ós muros , pellos não o- • · ___ fen- Reae• . . ' \ . ! •. . !~ . -~. t -·., •.....t • ., _..._ ,.
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