A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

• A TA rainha, d' s ta v z com m lhor r sultado. ' m 1 78 provedor irmão para a r al m rc "', no ntido d pensã o annual, por p quena qu fo , in nili can ap ll aram btcr m um·t om- tanto qu eh ·as e ao m nos para u1 am nto ja. e o r querim nto onsta tão 6ment d id d utra dinh eiro, não passaria da pr dilcctas info rma ma por parte impetraram o olicitant s privil da ondu cadaveres p ara as ? pulturas, que traria um au m nt de renda . Até então eram os mortos carregado em tumb a h m- b ros de escravos : os ri co em tumba particular d pobres na tumba da Mi ericordia, que o tran. portava mente. F icando a anta asa com l ir ito xclu ivo de tal luxo · ' ratuita– cr chamaria aos seus cofres os int r se que outros aufi riam. 1 P ela provisão de 3 ele ·F v reiro de 1 78,. , mandou . l\ 1 Iaria I que o govern~dor Martinho de ouza e lbuqu rque prc ta lhe informações sobre o r querimento mais ol re o e· tado da 1 Provisão de 3 de Fever eiro de 1785 . Dona Maria por Graça de Dcos, Raynlrn de Por– tugal e dos Al garves daquem e clalcm mar em Africa Senhora le Guiné •. F aço saber avos Go– vernador e Capitan General da Cap.nia do P ará que o P rovedor e mais I rmaos da Santa Caza <le Misericordia des ta Capitania Me li zerão a petição de que se vos remete Copia assignada pelo S ecretario do meu Conselho U ltramarino, cm que pedem em attenção ao que nclla expocm lhe contribua com alguma esmola an noal, ao menos para oguisamcnto da Igreja, como tambcm que os enterros tanto dos brancos como de pietos não haja outra Tumba para ellcs senão só a ele misericordia observando-se aestc respeito a esmola ou cstupendio della 11a fo rma que se observa na Cidade da Bahia ; e sendo visto o seo requerimento cm que foi ouvido o ProcuraLlor ela mi– nha Fazenda: Sou Servida orclenarvos informeis com ovosso parecer declarando o estado em que se acha esta Casa, se tem sido mal administrada ou qual he a resão de dccaclencia cmque se acha e apon tando os meyos menos gravosos á Minha R eal Fazenda com que póde ser soe– corrida dando entretanto as providencias que vos parecer justas para se pôr em es tado mais de– cen te, com que possa milhor satisfaz er a algumas elas suas obrigações. A R aynha Nossa Senho– ra mandou pelos Conselheiros elo sco Concelho Ultramarino abaixo sssignados. J oam Carlos T t– nali a fez em Lisboa a tres de F evereiro de mil sete Centos e oitenta e cinco. Desta cem reis. O Secretario Joaquim Miguel L opes da Lavra a fez escrever. Fran.°º da S.ª Corte R eal. J oão Baptista Vaz Pereira. ( SECÇÃO DE MANUSCRIPTOS DA BIDLIOTHECA E ARCBIVO PUBLI CO DO PARÁ. Collecção de alv arás, . cartas r égias e decisões, Vol. 1779 a 1786).

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