A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

- 18 A TA A .A DA MI ERIC RDIA dor e capitão- eneral B rnardo cr ira d Bcrredo informa e om o seu parecer, qu aliás fo i de todo ponto fa ora\ 1, ma tardou t anto a solu ão do n gocio qu só pela deci ão de 1 g d e "' vereiro de I 7 2 5, veiu-se a aber qu o monarcha aval ia a m l z a doz mil cruzados uma construc ão de pedra ai, e m 1uatro a c in co mil uma de taipa d pilão, dec idind - por ta e ord nando qu se a começa ·se com o dinheiro las e mola . 1 Devia ainda o gove rn ado r informa r , nã feito d e novo favoravelm nte, a tard ia d ci ão ob tante t 1-o de 1 de Ou- tubro d e r 7 2 7 trouxe em varias in i nifi cante providencia a clara indiffer'ença dos podere · da m tropole pela reedificação la egreja. 2 E m 173 9, voltaram provedor irmão 1 t caro-a, porque nada hav ·a ainda d positi vo are peito dos auxilio qu pediam; no a informações, novas e longa idas e vinda do pap lorio repetiram- e então improficuamente. 3 Uma p etição da Meza da Misericordia, que por copia e ~ - metteu annexa a provi são de 7 d Ma rço d e 173 S, 4 d ixa ava~iar a pobreza da irmandade, que supplicava do rei a ordem preci 8 ' no sentido de lhe dar alguns índios fôrro para O erviço da con– ducção dos cadaveres nas tumbas, pois muitas vezes acontecia-lhe não ter com que pagar os carregadores. Do mesmo abandono e do mesmo depauperamento partici– pou a 1\/Iisericordi a do Pará, durante um largo lapso de t empo, que se póde contar por mais de um seculo. Até 173 8 a Santa Casa, na modesta medida das suas for– ças, curou doentes, assistiu prezos e condemnados, enterrou os mortos, d esempenhou funcçõe.s religiosas, estipendiada s6mente r Collerção de alvarás, cartas régias e decisões, cit. Vol. 17 2 5_ 17 2 7. 2 Idem, idem, idem. 3 Collecção d~ manuscriptos cit. Decisão de 24 de Abril de 1 7 39 . Vol. de r 738 a I 7 39 · 4 Idem, idem. Vol. de 1735-1738.

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