A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

por . mola da tI za. 1 \NT \ A - D · MI ERICORDIA p r q uota com que cont ri buí am o fu nccionario 1 Prov/scio de 23 de ,lfarro de 1738. D om J oão por graça de D eus R e de P ortug:il e do lga rve d:iq ."' e cl:1lem mar em fr ica enb or ele Guiné, 1.1· . Faço nber avos Go,·ernador e apitão eneral do E tado cio faranh ão que por par te do P rovedor e mae I rmão da I eza da anta asa de 1i ericordia de ethelem do Grifo Pará e me fez a petição cuja copia com esta rcmctlc as ignada pcllo ecretario do meu Con elho ultramarino em que expoem ser a d ita caza da minha rea l proteção e não ter renda alguma cxercitandose cm acto de ca ridade con• tribui ndo com e mollas ao prezo , acompanhando ao ju tiçado pela mi nhas ju tiç:is, e en ter– rando e te e o pobre e curando ao in fe rmos no seu H o pital, e em ra ão de sahir e ta despeza do Irmão da 1\1cza, renega,·ão alguns aceytar o cargo de Provedp~ e os maes da mesma 1\íeza aco rdan o e nesta o compr:irse hum quarto de L egoa de terra na qual se tinha dado do principio a bua fa zenda de cacau; cuja planta chega a dezese i mil pés para eu produtto se poderem valler o supplic:rn te e seus succe or para as obre li tas despeza ; ped iudome fosse servido darlhes L ivre de di reito ci centas arrobas de cacnu, na forma que conced i a Provincia de San to Anto– n io e ao Collcgio de Santo A lexand re da Compan hia de J esu , para a sim melhor se poderem exercitar nos actos de charidade em _que se empregão ; e visto o dito requerimento documentos que ju ntarão e o que respondeu o procurador de mi nha Coroa a quem se deu vi ta Me par eceo ordenarvo in fo rmei com o vosso parecer. E l R ey nosso senhor o mandou pellos Doutores J o– seph d·e Carvalho Abreu e lexandre 1\Iettello de Sou a e 1\Ienezes coa elb eyro do seu conselho ul tramarino e e pa sou por dua via . B ernardo F elix da Sylva a fez em Li boa occidental a vinte e trez de fo rço de mil seteccnto e tri nta e oito. O secrettario ll~anoel Caetano Lopes. J osé 1 fetello de S ow;a. 11fenezes . Th omé Gomes ~for eyra. Copia. Seííor. Dizem o Provedor e mais Irmãos da S.tn Caza da Misericordia de Bethelem do Gram-Pará que sendo erigida de ele o anno de 1667 a doze de Julho com os previllegios com com que a declarou por sua real provação o : D. 1\1.• 1 da glorioza memoria concedendo-l he as exempçoens que lograva a an ta Caza da mi ericordia desta Corte de Lis." e da mesma sorte pode se uzar aquella na attenção no que expóz o P rovedç,r que então existia Fel leciano_Corrêa ; e por que tbé o prez.' 0 se tem exercitado em todos os actos de amor de D.' e Cariei.• do proximo contribuindo esmollas ao pretos acompanhando aos justisados pellas justiças de V . Mag.d• en– terrand o estes, e os pob res, curando os enfermos em seu Hospital, assistindolhes com todo one– cessr.° como tudo se ju tefica pellas certidoens que com es ta humildem.'º expoem na presença de v. JVIag.d• cujos gastos nascem dos I rmaos da d." S t.• Caza por não ter esta renda annual para 0 actual gasto que sefas abem dos pobres necessitados cujo excesso impossebilita am.t•• e fas ex imir aoutros por causa ela d ." cl~speza não fazerem aceitação de Provedor e exercerem os mais cargos da meza : seacordou nesta em fé complar bum quarto de lcgoa de terra adonde se deu princip io a bua faz.d" de Cacúo cuj a planta chega a dezaseis mil pes p.• se poderem valler os supp. 1•• e seus snccessores p." as clespezas sobred."' p. 1 " qual razão pertendem que V. 1\fag.d• como protector da d." S.'" Caza da misericordia lhes faça m. ' º conceder os dir.t•• L ivres de Tres ~entas a r obas de cacáo ou os suplican tes as embarquem e se comprem no precizo do d .° H ospital, por ser em benefi cio dos pobres na forma que V. Mag.d• fuy servido conceder a Provineia de S. An- ,4 71 j

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