A Liberdade de Cultos
8 Viu os Mens e os Estacios ele Sá, os Fernan– des Vie iras, os Philippes Camarões, os Henriqu es Dias, os Mathias ele Albuqu e rqu e e tantos outros, desembainharem as espadas, á voz do Bispo D. Marcos Teixeira, ele Antonio Vieira e outros mis– sionarias ; e de pois de ataques porfiados, depois de memorave is pelejas, bem que desamparados quasi da me tropol e, de rrotarem e expulsarem do Rio o Calvinista ele França, da Bahia, da Para– hyba e de Pe rnambuco o de Hollanda, que amea– çavam rasgar em pedaços a nossa unidade reli – g iosa e politica. Se não fôra o esforço d'aqu ell es vultos home ricos, inspirados ao mesmo tempo na Relig ião e no patriotismo, te riam surg ido O tres pequ enos grupos de neo-luzitanos, de neo-fran– ce ze s, de neo-hollanclezes ; nunca surg iria n' esta parte da America uma grande nação chamada Brasil. A luz da fé catholica brilhou , pois, como aurora d' esperan ças, sobre o be rço de nossa na– cionalidade, ~ a animou e informou logo com se u iníluxo. Aquella primeira Missa, pe rpe tuada n'uma das mais re ful gentes pag inas da arte nacional, tinha de dominar com sua poesia sublime toélo o dese nvolvime nto de nossa hi storia. O legislador constituinte viu isto, viu que 0 Bras il e ra um povo profundamente catholico, e não fe z mais do qu e reconhecer esse facto e consig nai-o na nossa Ca rta cons titu cional.
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