A Liberdade de Cultos

7 , penetravam florestas, palmeavam sertões invios, deixando por unico signal de transito suas peg adas ensangu entadas, em busca do selvagem aborigene para o converter e reduzir ao Evangelho e á ci vilisação. Viu lá na Amazonia o grande Vieira, a maior g loria do pulpito e das lettra·s portugu ezas, o poderoso valído dos Príncipes, a promover aldea– mentos, a pacificar feroz es Nheengaibas, a cate– chizar g entilidades nume rosas, o ouvido, como elle mesmo diz, inclinado á bocca do barbara, a ver se podia perceber os sons confusos, surdos, ais afogados na garganta qu e pronunciados nos labios - d 'aquellas ling uas rudes, para n'ellas lhes fallar das verdades da fé christã. Viu, cá mais pe rto, em S. Paulo, em Santa Catharina, no Rio Grande do Sul, os prodíg ios qu e operou o zêlo incomparavel, a dedicação inex– cedível de outro varão apostolico di a- no de se r , r, mais conhecido, o eg regio Padre João ele Almeida. Viu, aqui mesmo, Nobreg a e -Anchi e ta, os dous maiores Apostolas do Brasil, quando um ataque geral dos fe ras Tamoyos ameaçava afogar em sang ue a nascente colonia, partirem sós, ine r– mes, ire m entregar-se aos selvagens , e depois de cinco mezes d e affanosas jornadas. de su s tos, de a ng us tias, d I adecirn.entos ine narra v is e de sa– crificios d e todo gene ro, voltarem victoriosos, tra– zendo seguranças de paz á s capitanias aterradas.

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