A Liberdade de Cultos
5'7 acha opportuno des fechar um golpe na R eli g ião do Estado, dcscorôal-a, rebaixai -a ao nive l Jas seitas e ngendradas pe lo org ulho la razão e pela ce~ uc ira das paixões ! Ago ra , qu e se acha con– ve ni ente introduzir na nossa legisla ção o inclifferen– tismo relig ioso qu e j á deploramos nós cos tumes ! Em vez ele dar-se á Ig reja el e Jesus Chri s to a 111 s rn a lib r lad l qu já g ozam ntre nós ::is communhões hct rodoxas, cm v z de corrobo– ra r-Ih , a acção, l a u -ilia l-a I odJrosam nte em s ua mi ssão rege ne radora; em vez de se r eajustar pe las normas do Christia ni smo o e nsi no , a educação, os c<.,s tumcs d' cs te povo, vão os a!Los poderes do Estado, p elo orgão da lei, dize r a esse povo que o t: rro e a ve rJa<l e t C:m ig u::.ics c.lirciLos; que todos os cu ltos têm os mesmos títulos á aceitação dos bras ile iros; qu e a cada um é li cito aposta tar da ve rdad e ira fé, e cscolh r ·ntre todas as reli– g iõ es a qu e mais lhe convie r? A h ! que me seja pe rdoada a rude fran q ueza qu e é propria de um cidadão leal e mais de um Apostolo de Chris to . Se rá is to acêrto? Se rá is to p rucl encia? Será is to sabedoria ? Será is to boa política? Ass im é qu e se consultam os inte resses p e rman entes ela sociedade? Assim é qu e se acau– t ela e põe em segurança o porvir !e uma nação? A questão r elig iosa é, sem duvida, A ug ustos e Digníssimos Se nhores, a mais g rave, a mais vita l sobre qu e possam de libe rar as Assembléas elos
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