A Liberdade de Cultos
56 va i dominando na nossa classe dirigente é o des– prezo da Re li g ião, é levar D eus para as fronte iras do E s taào e lá despedil -o ag radece ndo -lhe os s e rviços; é ba nir o Cru cifixo das escolas, é se– cu!arisar, como di zem, o e nsino, o casame nto, o e n– te rro, o cemite rio, a famili a, a sociedade, ele modo qu e se vtva e se mo rra fó ra de to la a cção do Christianismo. Accr se nl -s, a [ ropagan<la ac ti vissi ma de uma imprensa qu e a rras ta cada di a na lama do ridicul o q u J ha ma is sagra<lo, c1ue affro nta com blasphemias ho rre ndas a prop ria Di vindade, e não sabe respe ita r mai s as ba rre iras da elecencia e do p udo r! E tu do isso sem uma co nl Js tação sé ri a , sem resis tencia alg uma ! Tudo morto ! uma paz lu g ubrc ! Pobre Bras il ! Pa ra onde qu e rem leva i-o? o qu e q ue rem faze r cl'es ta qu e rida pa tri a ? E n'cste es tado de cousas, A ucr us tos e D io- nis- b b simos Senhores Rep resenta ntes da Nação ! n'es tas ape rtadas circums ta ncias, quan lo ele ma is a mais a travessamos uma aguda c ri se socia l, políti ca e economica; qu a ndo o esp irito p ublico a nce ia , se agita, perturbado, in ce rto, no bala nço ele elementos contrarias d'o nde espe ram-:>s que saia o equilí b ri o ; q uando o hori zonte se obscurece com nu ve ns, q ue Deus permi tta se desfaçam, deixa ndo ap pa rece r no az ul do céo a se rena irrad iação elo nosso Cru– zeiro; n'es ta g rave conjunctura , d ig o, é q ue se
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0