A Liberdade de Cultos

55 qui late . Falso e fun esto conce ito; qu a nto mais i nep tos, ma is p e rig osos JJ (1) . E ntre nós va i o mal fa zendo es trag os tanto ma iores quanto elle se al a stra em um meio social pouco ins t ruí do , novo, sem tradições chris tãs fi rmes . A inda t emos oxigenio na nossa a tmos– p he ra , sem d uvida ; e Deus nos li vr e que os m iasmas a t ivessem d e todo corrompido. E sta mos v ive ndo do res to d e fé que sobra nas a lma s dos d escr e n tes, como da fé v iva qu e a inda a nima o g rosso e o melho r das nossa s p opulações. Não é ind iffe re n te , nem a the u q uem qu e r. D eus tem in tell io-e ncias secre tas com o coração huma no, e • b po r isso vemos tanta p raça fort e, qu e par ecia in e xpug nave l, r e nde r-se á p r ime ira in t imação; por isso _v emos ta nta s consciencias q ue, po r moda, ca– p ri cho o u re sp e ito huma no, q ue rem passar po r livres d e todo influxo r elig ioso, ser d e vez em q ua ndo a travessadas po r clarões d e fé, que as p r s rvam d e.: mu itos I r cipi cios . Ha felizmente mu ita hypocri s ia d e inc redu lidad e entr e nós, e é ( o que nos vale . Sem d uvida; mas não é me nos verdade, qu e o mal vai fa ze ndo prog ressos espa ntos s, nomea– d ame nte na nossa mocidade; qu e o a the ismo, o positiv ismo, o e sp iriti smo es tão a hi pe rve rte ndo um se m numero le a lmas; que a te nde ncia q u ( 1 ) Pro,:mmme d 'wu ÂjJologie srimt[fique de la f oi cltrétienne- par Mr. de Saint-l'roid., pags. 4, 5 e 6.

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