A Liberdade de Cultos
54 são os dogmas mais elementares da R elig ião que são arrastados na lama . . . Não ha pagina das Es– cripturas, não ha ponto de nossa fé ou d e nosso culto que não soffra taes assaltos. cc Muitos dos nossos le itores darão por exa– gerados es tes rece ios, e pensarão qu e o mal não é nem tão profundo, nem tão inte nso. Ass im mesmo deve se r , porqu e muitos ig noram o es tado real das cousas, collocados como estão fóra do te rreno da lucta. « Ah ! se es tes optimistas, entre os q ua es se contam infeli zmente dos mais influentes, podessem resolver-se a sair de sua esphera e a là nçar uma olhada para fóra, fica ri am bem depressa con– vencidos do aproposito e necessidade das adve r– tencias dadas pelos homens e nvoltos nas ºlu ctas da scie ncia . .. Não se faz uma idéa d' essa propa – ganda activa, febril, em qu e es tá labutando o athe ismo, não só em seus livros e fo lhas, senão lambem nas re lações intirnas, nos ca fés, nos sa– lões, propaganda que se dirige a té ás senhoras e ás jovens. Que é vossa fé ? dizem; quem são seus defensores ? Entre os mes tres da sciencia não ha um ~ó qu e a inda a s us tente ! opti - « C uida -se em ge ral e nt re catholicos mistas que o parvo, o futil elos ataqu s çücs , o s lo rn a m inoífcnsivos, e não ha ohj muito de que preoccupa r-se a gente, quando são de l a l
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