A Liberdade de Cultos

53 tas vezes me ras exte ri oridades, ve rdade ira s p ro– fan ações. Não s e tem p e rmi ttido ao Episcopado r e unir– se pa ra da r a lg um r emedio aos abusos q ue fazem g emer a nossa Ig rej a. E se o nosso Che fe espi– r itu al, o S ummo Po nti fic e, e nvia- nos o rdens ou conselhos pa ra d irecção d e nossas consciencias, dá-se rebate no Parlamen to, como se se tra tasse da in vasão ele um inimi go nas fronte iras do Imp e rio. O lha ndo, po is, para o lado elo campo catho– lico, e sta é a nossa s itu a ção: es ta mos e nfraq ue– cidos, desampa rados e a inda em cima presos nas a lge 111as elo rega li smo . Se olhamos para o o utro campo, q ue vemos? V emos o mate r ia lismo e o athe isrn o co r rompe ndo a mocjda cle do a lto elas cad eira s de nossos lyce us e academias . V emo s propaga r-se po r toda a pa rte o p rin– c1p10 qu e a sciencia é a antithese da fé . Não é a audac iosa exp losão de uma h e r esia ; é , como d iz o sab io ewmann, um phenome no ma is vas to, in te irame nte novo nas expe ri e ncia s da human i– dade . « a hora presente, di z um g rave escr iptor, o s ten ta-se, préga-se a lto o mais pro fundo d es – preso (para t udo o qu e é r elig ião) ;· o C hrist ia– ni smo é declarado a r elig ião mais abs u rela q u e nun ca exis ti u ; a Bíbli a não passa de um amon– toado ele fabulas pag an s sobre modo d esprez íve is. << O machado es tá pos to á raiz ela arvore ;

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