A Liberdade de Cultos
52 p rin cipias. A R eli g ião soffre d 'esta Aaccidez mor– bida de nosso caracte r. Além d' isso es tá a Ig reja e ntre nós d iminuí da no seu p restig io. O nosso cl ero abatido, me nd ican te e muití ssimo desfalcado em nume ro. Os B ispos sem me ios de fo rma r novas vocações. Estamos p rivados do a uxilio efficaz das O rd e ns r eli g iosas, qu e, vo tadas á p ratica dos conselhos evange1icos, são o complemento essencial da v ida da Ig reja. Esses conven tos qu e, re formados ou t ra nsfo rmados, pod iam ai nda il'lust ra r o B ras il , co rn o têm illu st rado e es tão ill us tra ndo outras nações, da ndo -n os in – s ig nes catechi stas, missionarias vale ntes , o rac~o res preclaros, li t te ra tos e sabias d e prime ira o rdem ; que podiam faze r r eviver o cu lto catholico em toda a sua magni fice ncia e esple ndo r, es tão re – duz idos, por o rd em do Gove rn o, a solidõe s so– t u rn as, cuja só vista e n tristece a a lma. O pa rt i– mon io d' essas O rde ns, composto de legados pios, vinculado pe rpe tuamente a obras de r elig ião e d e caridade, vai ser -violentamente d esviado d e s ua ins titu ição e abso rvido pela voracidad e do fisco , ou antes pela especulação privada, qu e n'ell e j á tem postos olhos che ios d e cobiça. ão podemos poli ciar nossos templos, ent re– gu s como propriedade a s cu lares, qu e n'ell es dominam d sr oticamente. Sob essa dire ção a no– m:. 1.la, nossas festividades reli g iosas tornam-se mu i-
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