A Liberdade de Cultos
51 patria da outra banda do Atlantico, nos preferirão entre toda s as nações sul -ame ricanas, s e virem qu e ha entre nós mais firm.eza nas instituiçõe s, mais fid elidade á s le is, mais re speito á propri edade , mais segurança individual, mais inviolabilidade nos contractos, mais moral, em summa, e mais R eli– g ião. Esta é qu e é a ve rdade . O mais são d e cla– mações n_o ar e sem fundamento alg um. Qu em escolhe logar para s e e stabele ce r , pre fe r e natu- . ra lmente o da melhor -gente, mais pacifica, mais mora lisacla, qu e lhe inspira mais confian ça p e la uniformidade d e cre nças, idéas e costumes. Viva, portanto, vig ore, flor esça entre nós o Christia – nismo Catholico ; e todos os mais aug me ntos e prospe ridade s, e g rande zas temporae s nos se rão dadas como por accresc1mo. XII Aug ustos e Dig níssimos S e nhore s Repre se n– t a ntes d a Nação! E' mis te r bem conside rarmos o verdade iro estado ele nossa socied ad e. Nós nos estamos fin a ndo por falta ele cre nças. O indiffe– r e ntismo é o qu e nos mata. O bra sile iro que se faz protestante é, d e ordina rio, tão mau protestante como foi mau ca– tholico . O nosso principal d e fe ito é a superficia– lidad e com qu e e nca ramos as cou sas mais sé ria s , d e ixando-nos levar ma is p e lo d e le ixo e p e la ro– tina, do que pela e ne rg ia das convicções e dos e
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