A Liberdade de Cultos
44 boa nota e absolutamente insu speito, poi s é livre p e1tsador. Se rá um pou co longo o trecho, mas tão im– po rta nte, qu e vos prende rá por força a atte nção. Depois de mostrar os g ra nd es esforços e di s– pendios feitos pelo Brasil, desde qu e e ra reino, para desvia r para si a corrente emig ra toria de Suissos e All emães qu e acudiam pa ra os E s tados– Unidos ; depois de fa ze r a es ta ti s ti ca d'essas va rias te nta ti vas coloniaes e de seu qu as i comple to mal– log ro ; depois de decla rar as vãs esperanças des– pe rtadas pela le i de 1850, pela aber tura do Ama– zonas a todas as ba ndeiras, pelos subsid ios dados . . o ás prov111 c1as pa ra o rgani zarem a agrimensura e o cadas tro e di stribuirem e g arantirem a proprie– dade aos recem-chegados, não se log rando, apeza r de tu do , chamar ao Brasil senão immig ra ntes portug uezes, e não colonos da raça ge rma ni ca , perg unta o aucto r, o S r. Oli ve ira Martin s, a qu e se deve a ttribuir semelha nte decepção ? « A va ri as ca·usas, responde e lle muito ponde– radamente, supe riores á vo ntade dos Es tad is tas e á influ encia dos subsídios. cc A' frente d 'ellas es tá a do clima, não pela insalubridade , mas pela tempe ra tura . A expe– ri encia de j á nume rosos secul os tem demonstrado qu e as raças ge rmani cas não se fixam nas regiões t rop icacs, maxime qu a ndo a concu rrencia lhes of– ferece zonas tempe radas de colonisação . Em se-
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