A Liberdade de Cultos

30 attestados por monumentos e historias de uma authenticidade e ve racidade irrefragaveis; factos assellados pelo sang ue de nove milhões de testemu– nhas (') qu e deram a vida para lhes attestar a ver– dade; annunciados por prophecias authenticas que os narram muitos secu los antes com a precisão da historia: confirmados por esse prodígio dos prodí– g ios, a rapida conversão do mundo á voz de doze po– bres pescadores; coroados, emfim, por dezoito seculos de perennes beneficios á humanidade ; supposto, di go, qu e haja uma R elig ião que se apresente assim perante a critica mais illuminada, desafiando-a, toda rodeada extrínsecamente, qual a cidad com seus muros, com motivos de credibilidadé os mais evidentes, com títulos, com provas irrecusaveis de sua divindade; victoriosame nte de fendida pelos g-c nios ma is assombrosos que têm honrado a humanidade, contra o ataqu e de qua ntos e rros t ê m vindo successivamente no corre r dos se– culos es trebuxar e morre r a seus pés; supposta, em urna palavra, uma Relig ião ve rdadeira e que se demonstra tal, como é poss ível admittir que entes racionaes sejam LIVR ES de abraçai-a ou desprezal-a, de veneral-a ou combatel-a? Ora, tal é o Catholicismo: R elig ião divina, a UN ICA QUE SE DEMONSTRA ; R elig ião p erfe ita– mente log ica, cohe rente, harmonica, suj e itando o nosso espírito á fé, mas fé razoavel : R aü'onablle (1) E' o c1uc quer dizer martyrcs, do grego, cm latim testes.

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