A Liberdade de Cultos

15 Ordem, reconhecidos pela propria lei civil, l~nçan– do assim a desordem em ponto melindrosíssimo e de altí ssima importancia para a soci edade : a constituição da familia. Não narrarei aqui os escan– cla los de qu e tenho sido testemunha, occasionados por ·esta práctica abusiva . P e rg unto: ha povo alg um te ndo uma Re li– g ião de Estado, povo em qu e haja simplesme nte respeito á le i, em qu e se tol e rem s·imilhantes excessos? Quando ouvi di ze r que se ia e laborar no Parlamento uma lei conce rn ente á liberdade re– lig iosa, cuide i qu e se queria prove r á liberdade do culto elo Estado, a unica atacada, a unica oppri – mida pelos abusos e clescommecjjmentos dos propa– gandi stas, e nviados a es tes B rasis pelas soci edades bíblicas do estrange iro para os conve rte r da bm-– baria cat!tolz"ca ao p urissinzo evang·elho de Luthe ro e de Calvino. Cuide i que se ia levantar a barre ira do respeito ao Ca tholicismo, e rg uida pela nossa Constituição e pelo nosso Codigo, e que esses emissarios estrangeiros estão tentando pôr por te rra. Enganei-me. Não é isto. O proj ecto de le i vem em soccorro d 'elles, como se elles foss em a s v ictimas ! Vem ala rgar-lhes a inda ma is as franqui as , vem altamente favor ecel-os, es tabe lecendo na nossa legislação o principio qu e todas as seitas a inda as ma is extravaga ntes, todas as relig iões a inda

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