O artigo apresenta e analisa a biografia de Eduardo Angelim escrita por Dilke de Barbosa Rodrigues, destacando que a obra narra a trajetória do líder cabano, mas com foco mais elogioso por ser uma descendente dele. Aponta que o livro tem pouca base em fontes históricas e não aprofunda a análise dos fatos, funcionando mais como um relato literário do que acadêmico. Ainda assim, ressalta sua importância por ter sido escrita por uma mulher nos anos 1930, algo incomum na época, tornando-a uma contribuição relevante sobre a Cabanagem.