Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes

u 5- 0 producto importado é já manufacturado, e q~e não temos fabricas estabelecidas; isso é um erro economi– co : a industria e a la;oura marcham sempre a par e se ajudam reciprocame nte . O exempl o ela Ing laterra, e eu o cito porque pre– firo as li çõ,es praticas ás bellas theo rias escriptas, é talhado para g randes e nsiname ntos. -··Tudo es tava lang-uiclo na Ing laterra, escreve u Mr. 1alonet (- Adm. eles Colonies-) até o tempo e m que das ruina.· anseaticas tirou ella o estabe leci– me nto de s uas manufacturas . Ape nas teve artifices. prohibio a sahi la elas n{a– terias primeiras : e nã o te ndo azeite, sal, vinho e seda, só as fabricas ele lã e de quinquilharia lhe augmenta– ram· a população. Da população procedeu melhorar s ua cultura pelo augmento cios co ns umos . Então e já no me io do progresso, para o accele rar, diminuiu a im– portação ex trange ira. R ece be s im de fóra todas as mate rias primeiras em crú, mas prohibinclo todos os artefactos es trangeiros, e dando g ratificações aos seus navios e exportadores para animar a sabida dos seus. ez o chamado Acto de JVa-z•egação para diminuir o im– portar;-prohibe as minas de carvão ao pé da capital, para aug n1e ntar os navios e barcos de tra,nsporte; es tabelece colonias para te r onde , ·ender, e prohibe o accesso d ' ellas aos estrangeiros ; prohibe a sabida dos g rãos ainda quando são abundantes; e quando a con– currencia dos que lhes vem do orte ameaça paralisar o valor rasoavel dos seus, ou mode ra a e ntrada, ou a s uspe nde :-dá soccorros pecuniar ios ás manufacturas, aos estale iros, ás caudela ri as; mul t ip lica esc riptorios, feitorias, pescarias, navios. Admini s tração sempre at– tenta e infatigavel. >> M. Chevalier em seu cu rso de Economia Politica assevera: <~que o ver~adeiro remed io aos males qLie se sentem na economia das nações, é o aug me nto da

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