Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes

I -2:34- Que importa os _milhares de contos d~ ré is , qu e se ve nha a empregar na pratica cl' estas medida~~ Não é o dinheiro do Povo reve rtendo em ben ehc10 do proprio Povo? . . . ão é em utilidade do Estado. em honra da Tação e garantia da Republica? Envidae n' este se ntido os vossos esforços e in– fluencia, que as gerações vindouras vos bemclirão sem– pre e sempre. EST A I)() .'\ CT CA I. DAS ESCOL.\ S PRlM ART.\ S O estado· inte ll ~ctual elas escolas publicas. sintn profundamente dizei-o, ainda não é animador, de vido a circumstancias multiplas e complexas . Uma cl' ellas era a grande variedade de compendias ace itos em cada escola para o estudo ele uma mesma materia. Os professores viam-se obri o-ados a fraccionar e subfraccionar muitas vezes uma ~lass e, a el e le itura,· por exemplo, seg-undo as diversidades ele autores apre– se ntados pelos di scípu los. D'ahi a clifficulclacle de leccionarem com vantagem a tantas turmas, no, mesmo dia, sacrificando forçosamente ou a todas ou pelo menos alg umas d ellas. A culpa entretanto era dos proprios mes tres, que não executaram as instrucções a proposito dadas pelo meu digno antecessor, que lhes ordenava affixar, ao começar os annos lectivos, na porta principal do estabelecimento, os nomes dcv, livros e resp P.ctivos autores qu e desejassem acloptar como compendios em suas classes, e ele não aclmittir alumno alg um que não comparecesse com as obras por ell es exig idas e seguidas. Foi a falta de cumprimento d'e sta recommenclação que de u Jogar a urna verdade ira bal– burdia em que cairam os methoclos elo ensinamento em todas as nossas escolas. Pa ra obviar es te inconve ni ente, o Conselho Su– pe rior do ensino publico, por proposta de um de se us

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