Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes

-2:2 - --------- 3. ª Que, no r ·ime n ret ublicano alei qu e e tabele - esse o e n s ino obrigatorio <leixariade ser liberal, porqu e seria coagir o cidadão no xcrcicio !e suas legitimas funcçõ es pate rnas , e e ntraria, portanto, m franca oppo– sição ou contradicção com o r g ime n politico adoptado; 4. ª Qu é um impos si, el a execução, entre nó d e uma l e i qu e iesse impôr a instrucção obrigatoria, attentas a vastidão e a accidentação do nosso territorio. e a g rande diss e minação do ·eus l ovoadores. Passemos rapidame nte en1 r vista cada uma d' es– tas objecçõe . .f O Estcr,do Jtão dcuc ronstdnir-se ltttor do Povo, penetrando na v ida das Jiimilz'as , afim de saber como 7tllt p ac cria os seus fi lh{)s. E' admira vel que um semelhante conceito só e n– contrasse cabime nto trata ndo - ·e da in trucção. E a nossa admiração sóbe ainda ele ponto, ao ponderarmo. que o mais ~s ~orçado pa ladino de um tão crass~ ~e- · sarrasoado d121a- se fallar e m nome de uma reltg-tão, ele qu e se confessava p a rticularme nte adepto e s ctario. , Eu nã? ~-r e io que ,haja ou mesm~) possa_haver, no mundo, r el1g 1ão alguma, a me nos que não s Jª ella con– traria á humanidade, contraria ao progresso, uma r e– li g ião do mal , e mfim, que venha, sob o futil pre texto d e respeito â l iberdade, qu e seria n' est caso um r es– peito mal e nte ndido, acons el har qu e se deixe o ensino inte ll e ctual da infancia á mercê da vontade de paes ig norantes . E' claro qu e só póde conhecer os in s trucção qu e m ao me nos a poss ue no tar. Entregar, pois, nas mãos de um benehcio da <rráo lemen– º analphabeto a

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0