Relatorios aprezentados ao Sr. Governador do Estado do Pará, Dr. Lauro Sodré, pelos chefes das repartições estaduaes

-] ô- \ falta de pro\' Ítncnto cl'estas cade iras pr judicar o curso, sendo os alumnos obri gados a abandonar o es– tabe lecimento no fim do segunçlo anno e e tudar fóra _ as materias que con titu em o ultimo anno, para prestar exames vagos, o que não me parece conv ni e nte, prin– cipalme nte em materias em qu e o ensino o u os exe rci– cios praticos são de uma n e cessidade incontesta 1 e a fr equencia de taes aulas é obrig atorio pelo R eo-. Attribuo a es te facto a falta de m a tricula ~10 ter– ce iro anno, e nem essa matricul a pócle ser regular– mente admittida, desde qu e o L yceu não t e m ne nhuma das aulas das ma te rias que constituem. esse anno. Seria mesmo ele todo o inte r esse qlle os alumnos elo terceiro anno d e ag rime ns ura praticasse1n nos tra– balhos de medi ção e d emarcação de t e rras a caro·o ela r epartição de obras publicas ou no prolongamento ela Estrada de Ferro de Bragança. To curso de a o-rimens ura o e n s ino d e algebra h ' geome tria e trig onome tria dá-se no m smo anno, o que importa est udar essas ultimas di s ciplinas sem conhece r a primeira, res ultando cl 'ahi g rand e difficuldade e pouco aproveitamento para os alumnos . ,,. Parece-me, pois, muíto conve nie nte qu e o es tudo de portuguez continue a se r fe ito no t e rce iro anno do curso de ag rime ns ura, passando-se tamb em para 0 mesmo anno o es tudo d e geome tria e trigonome tria , sendo final no segundo anno sóm e nte o exame de 1- gebra. URS C' ;vr MEHCIAL F unccionou regularme nte e é o unico curso do es tabelecime nto cujas cadeira se acham todas pro– vidas. matricula foi de ( 2 2) vinte e dois alumnos no a nno e de ( 13) treze no -segundo.

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