Relatorio com que a sua Exc.ª o Sr. Dr. Justino Ferreira Carneiro passou a administração da Provincia do Pará no dia 25 de agosto de 1882 o Exc. Sr. Conselheiro João Rodrigues Chaves : 1º vice´presidente da mesma Provincia
r. "n lrc a praça de~. alJanha Marinho, onde e ta va collocado o an– tigo photometrn, e a pra~a J c P rlrn 2:º, ond e ac ha, o novo. cntlo o c·onl racto u1nmi. o a rc peito da pena em qu deva · in cor rnr a Companlii a !JOI' e. la fa lta (d, pre, ' 'i=°lO) não tem me , :do po ·sirnl, ··enão po r 111 eio do pliolornetro, . anal-a, prova 11do. rom a má luz que o:; cor tes trry.zem prrjni. o a illurninatã.o . º]Ia lu gare. m qnc e. La é ron, lanl em··n lc má e um J ::e. t' :1 prata da .lndcpem]Pnri:1. l~x;1min;1ni! o e1w:i11:-1mrnto pon ·o :1nl los fes tejos ele 1:') - ds \ gos i<• !o :-1.nno pa.:sad , 1 r ri fi ou- . e qu e o r.:100 dis tribuidor do gaz a16ni 1le ha.:t:rn le d •I riorado , a ·h:wa-:.:,c desni ve laJo e cou 0 se(l' uinl •111 e1,te pe rdi a muito gaz, por se haverem abcrlo as j nntas. Foi . uh:l itu ido, mas nem por i,. o rnclhornu a illuminação da prJça . Não resta. clu r id a, que o oncanamenl o do fe rro batido, qu e \:'\ C do cnno r •al·ás columna:, sendo como é e deve ser, de pequ eno diametrn , com fac ilidade enfer ruja-se, corrompendo- se, e talvez mesmo en tupinr1o-se. e de !e modo prejudi ca a luz elos comlrns– tures. Devido a quadr~~- inrcrno a ,que atrave :1 mos, e as ~bras _de encanamento íle que ultim:unenlc se ocf upa a Companhia, a.m– ela não foi possirnl rcYisla1·- . e o cnc:u·:'amento nos ln g:11·e, on– cle a luz · mú. Aguardo melhor es tação para ence tar C:.:, tC serviço; po is, se– gnndo a clausula. 25 do con trac to, fi cará li vre ao governo com– pr:-ir obr:iiS {t Companhia; e romo o enc:mamcnl o :111Hh n:i o fo s$c rdornudo. P. segundo diz-se, scjrt c::i lculado para Nvir ~1 0 an– nos., tr1~ o rroYerno dP compr:1.r um m:,tc ri al imprc lavel e lal– vez vor hom prc <::,o . E' por isso que ac ho con reni ente, á vista J a clausula 14,.º do ·ontracto, fazel' com que a Companhi a de Gaz aqui tenha scn~– pre á disposição uma turma dé t raLalhaclores , cujo serviço se,1a rx~lusiva1_ncnle examin::ir o encanamento 1~ reformai-o quando se.ia preciso . A agua 1wincipalmentc na es taç:lo chuvo.;; a, é um dos mai orrs rmhara(os com que se \neta na 1llL1111inação entre nós. O que se deposila nos cnr,anamentos não é simpl esmente o ,, que nellcs condensa: a maior quantidade ahi penetra pelas fen– das qll e soffrern com o desniYe lamen to , quebra ou abertura da s juntas. . Os syphons em algun-; pon los po1Íco auxilião; porque: parec.e que, a proporção que se esgo ta, a agua entra no encanamento , que nestes pontos é a, scnta.,lo c;omo que n' nm lençol rl 'agna, tal ,~ 1- mttnn•za do sólo . , <
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