Relatorio com que a sua Exc.ª o Sr. Dr. Justino Ferreira Carneiro passou a administração da Provincia do Pará no dia 25 de agosto de 1882 o Exc. Sr. Conselheiro João Rodrigues Chaves : 1º vice´presidente da mesma Provincia

Em 2H <lo mc:- rn o mrz respon<l 0 n<lo a ·te offi cio expoz a S. Exc. :i o m o moel a de pen ·ar soure cada um do defeito por mim crH'ont rndo: . Esl'oq;.au lu-, e o Dr. Chefe <l e Poli c1:1 por melli o,:,11' o pes imo " lauu da illnmin a ·ão, j:'t ch:1mandu ao cumprimento do co ntr:1- c10 o Dgenl.c qu ~ delLe. fn gia , j.i faz endo a. ronda da idaLl ' em ('arro . arn1 11p,mhado do fi st:a l e do pro pri u ag nle. consegui o de .i lgnma , or le um pequeno r •. ultado.. P,Jrrm, voltando a se r mal feit o o s.c rYi _o . e e -~atado rodo· o. -meios , o (lltirno <le qu e lan_ou mão S. Exe . fa rão as mnlla s Ja claus. ub '1 1.:i do contracto. A Companhi rt. que até cnfflo estan1. aco tumad;i a. ser d ella. rel va(b : . romcçou a encontrar embaraço. quando foram e lor– mmtlo cffec ti vas: e vio-se, portan to for çada a melhon-H o , ' Ll m·– viç:), por ter o a 0 ntc con ciencia de que, se continua :e a sn mal feito, cor ria o ri sco de cr o c011l1 acto r<!, r:indido. Es tas melhoras, porem, erão tão inconstante:, que, mesmo nn arlmini tração do S1·. Barão de Marajú, S. Exr .ª freqn ent ement c cen urou a illuminação publica, na direçcãn do proprio age nt e n quem l1 avia., ha pouco cloaiado. pa. adm_inist ra.çií.o de S: nExc.ª para. c:i :tinda não honrn u_fo tm1co preside nte que não cha.mas!:l.c a a tt ençü.o da. Companh ia para o mio scr vi ç11 . , Ao pa. sa r a admini st rnçii.o, o Sr. Dr. Danl a Filho, em seu r<·btmio a pn°ina 1 102, rli z o seguint e: . •Não tem siur, . ati, facto ri o o es lado de. te r:: i.mo de servi ço, e nl trstarn-n·o :-1 mult as constantemente impos tas a Companhia po r ·co111 \n:i s. torcs apagados e com po uca. intensidade de luz. » P:rrccc ri J o, poi, , }rnycr pouca vontad da pertc do age~1t e em conserYéll' a illnminacão em bom estado, não obstante dizer ao con trar io em peças dfficiaes , vê V. Exc.ª que o servi ço te'm sido t1Psc~rado r. conseguint ement e a illuminação a gaz da capital é !Jf!SS I ma. Quan to ú. canzas que podem influir e tern influído para o se u rnáo rstat.lo , a meu Y01', são as seguintes . 1 .ª e principal, falta de purificação do gaz fabri cado , e, quiçá, emp1:~go de n~áo ma.teri a! no processo da di still a~ão. 2: ecouom1a em cortar frequentemente a prcssao, fazem}? com que as luzes, que já não teem a entensidade de f O vellas, fiquem amortecidas, e talvez reduzidas a urna terça parte do que deve– rifto ser. 3.a máo estado do encanamento ou serviço das columnas dos cornbnstores. 4.ª desnivelamen to ou ondulações no encanamento real , d'on- ''

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