Relatório dos negocios da Provincia do Pará
( 2 3 ) ta rnn ter ia . D---s ejo q u e ru e de i:; um c r di to es t e anuo de 12 :ÜÜÜ,j)ÜÜO d e r éis . . O goYer no gcl'al j á con cedeo p arn o me ·111.0 fon 4 ,_ :(;00 ;5)0 0 0 de nfo~. E st e · doz:e eouto.· <l e ré i.· cu o· h ei ele gr. .-; ü ir e -11fo1 rn " . entender, naõ qu~ro e ne1n de cjo Jinü– ta!;,l,, a lg nma . I=I e ide :'3tll> id i ar urn n, compau li-ia . on o. · l, tcs ele par tieLtla.rc:-;, .-c.:,·Ll nclJ me p arcee t~ c o11,·e11icntc eom a q1wnt ia qne n1e parecer n ~– c e :5 ·nri,i, u ao e. ·cdendo o lim ite da l e i. Para o anno, ta.h- z, eu j á Yos p eça mai ', po – n ;m, com o :· 1ncios que t enho e1n v i ._ ta h e i ele <.:on .·2guir c.Lmonst ra r prnticam:ente a.os habitan– tes d' ssas re,r iões as vat1tao·ens q·ue clles teem ;::, o e i n con1.n1 rciar c-0n1nos co. E, unHt ...-cz c r cn- cla n. n ece tiidade. e il cs t1·ata r ao d e <.lar - l h o pro– Yimcntó , porqu 'para cll es a n av gaçn..::; por Yi .. i d o P, r·Í, é H 1 d ~t 1nenos cl c1uo isto : Pelo R io d e Jan iro e ll s outcm cada, arroba d 0 p czo com a c1 $pesa d e 12j 0ü) r é i~; pe lo l'ad. clle::; obLm. e m n, J.e;';p 3 a, J. .:: 3J')J0 r ói,;. J {t vêdes, p o!s, q ue a de pro1;orçaõ_ é 11orme ; e q~i e d es de o m om en to que o facto Y1e~· p ro var pratica, posit iva e pa lp itantem e11t e a e -,.1cttclao de ·– t es dado s, o commerc-io na.õ t e rá volta se naõ r e– ~·o iT0r ao Parú. . U~n1v _m qu s9 p r occdn, a C.' tncl os e m n0S.'0.:; no~ 1nter~o1 ·c, 11 intu ito d . ·plonn· •s ta cou~;t dc3ronhcc1dn que se cliamn, a província. d o l' ,1.ra . . P ara is80 necessi to ele t er nrn p equeno vapo r fr1 p nbdo e d e boa rnarchn. Pm·a costeio d 'clle n c ·e sjto ele 12:0 0.%000 réi-; ~1 unun cs . , E. se vapor é n mn, necessi dade ind clinaYcl nnõ so para auxilio <la agricult ura. com a expJon1.– ÇO f> ;-,t coino par êt se poder rapidmncu te i r 11 0 c n -
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