Relatório dos negocios da Provincia do Pará

to ) de um regulamento C:sp~:cial, formu~ulo por pessoa!'!" conhecedoras ?~ mat~rrn, rcsultarao com O tempo gran_d~s bc1:efic10s; digo com o tempo, porque em ~dmm1sfraçao como cm outra:-; cousas-sero ?n('di– cina paratm· cnm longa pm· mores invallle?'e mala. E~tinguindo-se os furtos cm _Marajú, tem-se dado Já um bom p:u;so, porqne livramos o com– mcrcio de gado <leH;:;a parasita terrível, qne ]hc chupa a seiva. l\Ias, não é unicamente esse commercío, não é só o productor de gado que soffrc os vexames; são· tambem os fasendeiros i11ternados pelos 11ossos centro~, que soffrem ela industria. dos vendilhões, habitadores das proximidades <le suas fasendasi que negoceião com seos escravos, anxiliamlo por essa f órma o furto. O J)equeno proprietario, sobre tudo, o homem que co he a seringa, soffre de um commercio par:l– Hita eRl_leeíal do Pará, que se chama-o commercio de regatão. Não me estenderei sobre isto. O commcrcio de regatão todos vós sabeis o que é, e quando alguem o iO'nore eu o enviarei para o re– latorio de 18G2 de 's. exc. o sr. conselheiro Brwi– que, onde elle descreve a industria da extracçii.o– da seringa. com os males que a, ella se lio·ão coJll A ~ ! 1 cores cm nada exageradas, á vista da realidti.( l'• Qual é o remedio contra os venclilhõc::1 e re– gatões ? Só a cxperiencia nol-o podcr:'í. iudi~ur, As regras da scicncia falhào ás veze~ uu. pratic:~, e OH niais bem combinados pensamento::i <le pulr– tica e administração encontrão diffic:ul<lades de: execução que 09 nullificão. Para num entendo que o melhor 1neio de diminuir os males produ– zidos pelo commerc'.iO de regatão será o de faci]i - tal-o completamente, pc1·wittindv íl entrada peJ'-'i

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