Relatório dos negocios da Provincia do Pará
( G ) lhador de assurar produz por rn1110 de :100 :'t 050 arrolJn::; <lcssa materia. Vm lJom pl'O<lnctor cm no;;,.;o paiz cousc-g11t· a pcuar:, 1UO \o <lc as:-mcar po1· an110, p~lo q 11e <•xistc a fayor (lo prodnctor nm·te-amcric:ano, ele Cuba, ou de outrC>s paizes cm ident icas eirc·umst:1_11- c·ias, mna diffcrc11<'a de 200 por 0 /o Cl)l relação n. n<'>:-:. Hdicxionemo~ sobre cstc·s <laclos, e vamos ,í:-; c·on rwqucncin8. Torn:mclo por base n proc111cçaõ do nss11c:ar. teremos que, se nós prod11zisf-iernos como pro;l11- zcm os nortc-arneri('anos e os homens de Cu lia, 11ossa c:x.portac;ão <.: irnportac;;i.o scri:'io 200 por <•1° rnaiorcs do que silo, isto 0, em vez ele 7 exporta– ríamos 21 mil c-ontos, e cm vez de (j importa– riamos 18 mil c-ontos. Como a renda { pnra mim a lia'-<' lla prOf--))<_r:– <ladc administrati,·a de 11m paiz. qu11lcp1cr, tcna · mos qu~· :t. nossa rrrnla g-craL <)llC é de 1,200 con– tos, i-ulJ~l'Ht. a :,.1;t)() <:ontoc:. n. 1n·oyinc·ial qHc ó tc·r– mo mú110 de Güü C'o11tos :-;11\,iria a 1.KOO <·01itu,;. Ora já Yê(1cs qnc a q 11csti'ío é 1lo n!ai?r alcmH'<', por qu:rnto é- 11a1la me-nos do que tnplicnr_nos~ns remlas g-<:ral t· pro, i111·ial, i"to é, knnos dml1c1ro para auxiliar os no:-;sos <:oneidn<li'tos, e para <pie a Yo~sa proYincia tl1e:gne ao dcscnYoh·imcnto a qnc pare;c:c td- a prC'tlestinado a naturer.:a. E' na– <la. rne:nos do que pasHar do estado Remi-lrnrbaro, c•m que Yivcmo:-;, a c:-;ta<lo de <rr:m<lc c;iyilisac:il), . · 1 l h 1 1st11 i-;cm ClllL nr ( e outra co11'-la :-;enfio de foz(•r com qnc os l>rnços adnalmcntc prndnetorcs pro– <luzf;o pc:la rn<•:-;ma forma, porque o fazem cm Cu– ba e 110s Esta1los-U11idoH. '1 . \....Orno c·onsc·g·1ur, porem mcttcr- nos cm ca1111- nlio de rnarC'liar para esse' prorrrrsso ? Arom– \JHllhac- rnc nas c·cmsidc•raç0cs q~te passo a fazer,
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