Relatório apresentado ao conselho municipal de Belém na 1ª reunião ordinária

. . - 14 - é revo ltosa demagogica!- ntr viü n'i. . o z,cxa-. mes ao com111 crúo, r clamou com lur ~za elas. i– fi c_ou de «exploração pecuniaria a original reso– lu ção para cardar a pobre victima dos sbanjan, n– tos municipaes. » o dia seguinte, r incidindo na aleiYosa Ie,,iandad , · a mesma fo lha . tampou as .seg~ünt s linhas: . ó dezenove firmas co ndescenderam cm suJ e ttar-se á vexativa imposição da lntcndc ncia, pagando o imposto rsprcia! de cincoenta mil réis para ter o direito de nego– ciar por ma_is tres horas. Só dezenove - não mais, o qu quer d ize r qu, fal hou o calctil o ele. se conseguirem alguns contos de réis para os depa1,1pei:a, cl.os cofre .municipaes, á custa d'esse po– bre e espesi~hado éomi11erci o, 1ue assigna rnensage n. congratulatorias, concorre para offerecer ed ifi cio sumptuo– sos aqs grandes homens d'esta Parvoni a e não merece, ~final, úma simple cone~ são em o onus do pagamento, vi?to cpmo. .;,Ó esta virtude lhe reco nh ecem os qu o pro– curam para explorai-o. ··O'. commercio con ·cient;, hones to e operoso · b~m conhece a especulação das carpideiras typo– grap~·licas. Elle não pactua com agro seira insidia, pois~ se requereu a lic nça para abrir suas portas, _foi porque reconheci.a o direito de o solicitar; e, se pagou o imposto, foi por sab r · me lh or os seus deve"rcs do que os fo lliCl la.rios yezeiros 111 falar dó que · não entendem, na sua preguiça de es tudar préYiamente as questões. · • . Vi nte-s te casas commerciaes abriram á noite, na \'espera do CJ' rio, a b m de se us interesse.. Mas • a lic-en.ça para tal fazer m depend u elo pagamento ..

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