Relatorio apresentado ao Conselho Municipal de Belém na primeira sessão da sexta reunião ordinaria da nona legislatura, em 2 de março de 1914, pelo Exmo. Sr. Dr. Dionysio Ausier Bentes,
) , REL.\TOR I O a um s6 .- D escobe rta e fundado do Pa rú .- 0 P a r:1 s u1c1ro ao l\I:tranh :10; seu J c s li garnc n to . - Adhes:i.o dü P:{r;'t :'t .:a rta po nugucz:1. Fclippc Parron i. « E' preciso fazer ob~l n ·ar q llc' a lll 11i ta s-:-i: 11.:ia ma l e. n tcnd ida o u mai di rig ida, pode-st: tornar no pro fessor um o '., staculo ú in– s t rucç:i.o de seus discipulos n. /.oo/,,gia e Bota11ica 1 ' parte - (Zoolog ia). R ccapirn laç:i.o do a n no a ntc.:r ior. O s in vertebrados :- O s insec tos, as centopc ;:1,;, (nl\ r;a ,),xlcs) , a , ar:11111:1s ( a rac hnide os) , o s c r ustaccos, Yc rmcs e mo luscos. O professor dc,·erá ins istir sobre os insectos urei ~ e n K i,·os, com) o b icho Ja se da e a abe lh,1, ou o ga fa nh o to e o gri llo . Q n:in to aos c rus t:iccos, fala r;'1 p:t rticularme ntc dos rnai!> co nh .:cidos e ntre nós : carang u -::: jo, cam arão e s iri . Com o m e io d e m e lhor ;nend ~' r a curio.-;idadc da p ue rícia, o profossnr l'xpo rá o in teressante phe no m e n o Ja m c.:ramorpho <;t: da laga n:i c.:m borbokt.1 e na rrarú, ab 1-e, ·ia d an1ente . a v ida cm soci cd:1dc e os trabalh os d.is abel has e dl' corn> essL's insecros fabricam o me l. F a una, --o u o conj uncto de :rn imaes que ,·i,·cm numa re~iào . 2 n parte - ( Botanica). R ecap itulação do anno ante r io: . Partes p rinc ipacs do tronco :- me.iul l,1, le nho e casca. Es pinhos e aculeos . F r u ctos e sementes . Gennin ação . A fun cção d os insectos na fecu ndaçfo <las pl.1n tas . F unccões do \'Cgêtal: nutri~ào, rcsp:raç:io e cir..:u lação. Pla n t~s carni ,·oras . As p rinci paes mad ci_ras do Bn~z_il. . Nome nc la tu ra bota111ca :- Fam1ha, cspe..:1c e gene ro. C lassifi cação cios vegetaes :- Dicoty lcdo ncos, mor o cot~•:cdo lllOS e acoty le- J o neos . Flora,- ou o conju ncto de ,·cgecaes pcculia rc'> a uma rcgi:10 «O homem não I'.· instruído pL"lo fa cto de hawr ap )rl'l1dido l . 1 , m as porq ue co nse r\"Clll o que app rern t:u ; e nao se cn nsen·,1 bem e po r ,11u ito tempo .sen;io o q uc hou n:r sido bem compr~hcndido muitas vezes rc petd o e fn:quc ntc rncntc appli cado» . ' Jnst rucçáo }vi.ora 1 I' Ci,uira . (Methodo de H _y lario Ribeiro) . . .. Conh ece~te ª. ti m~smo .-_Sens1bil 1dadc mor;ll. --Scn sibilid.idc p'. 1 ,•sica.-0s sentidos.- A 111tel ligcnc1a ._-Ob1ecto l\:i 111o ral. - O_ deYer. O d1..vt r em acção . A coragem .- 0 appre nd1zado da ;-1 rrndc. - i\t1x1rn1s de Ben 1 Llllin 1 ·ranklin.– O ciosidad e e trabalho . «Pou ·o e bem, v :i.lc i n fi n itame 1rc uuis que mui to e ma l)). O professo r emprewirú ~od? o seu in1elligtn :e csfori;:_o para co 11 seguir fixar no caracte r e na memoria nticc t1,·a das creanças o , deH'rc:s e atleiçõe · .. a sociedade e a fa milia. 5 pa,a com «Pouco e bc-.:m \'al..: infinit llllli}te ma is q ue m u ·,to , e mah>.
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