Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos

- 73 - resen te- e de certo rcq ui ito indi ·pen a veis á boa b yo-iene d e fõrma a nflo suti faze r o.· in tu ito· d ' . ta Intende uciu.. ' I sso, porém, creio, fi<'ará com pletamen te extincto, coru a con t rucr;llo do e tabelecimen to de cr maç!lo de li xo e a ni– m M! 'serviço modelo de q ue acima VO falo. I 1'rigação das 1·uas.- a epochu. q ue atrave, samos, de ca lma e secca , que a fa lta le chu,·a faz o appa r cimento do põ nas ru a rla cid1tde, ó q ua ndo ma i ·e to rna neces a rio um se rviço co111 pleto tl e irrigação. P reva lece ndo-me da vo a a uctori zaçl.\o, fü,; e ncommendtt para os E -tudos-U ui do!:l da Ameri ca do No rte, confo rme já ti ve eo ej o de vos in fo rma r, de u1n j ogo de apparelhos pa rn es e er viço, o q ua l acaba de cht•"'a r, de modo q ue brevemen te fa rei começar o tmbulho de irrigação. Mi lho1'amentos, ectlçamentu ela ciclacle.- rito me tenho d scui dado d'estcs in1 port11 n1 •s ser viços, que coustltuem o pri ncipal rel1ui ito parn o a n nme n to d'urna •idade. .Mandei urgen temen te fazl:' r o· t rabalho. de con.-trucçl.\.o de ca no de exgotto, aterro, nh· luruento e calçamen to ria truvc-s 1t Benj amin (;O11!:ltunt, n t re ' . J eronynw e o li ttoral, tra ba lhos e!lses que j á e ·tão encetado e deu t ro em breve fi– cnnlo co nclui do ·. a.o se ndo poss i,·el faze r ob ra comp leta, You, cn t r tanto, na medida das fo rças cio mu11i Ci!JiO, ordeoa odo os melhora– mentos m a is indispe n~avei , como sej am reparo de dep res– sões na ruas, nivelamen to, a terros, roça urns, concer tos nos calt;amen tos, etc. <> Procurando dar execuç!lo á vo ·a resolução, m a ndando a largar a trave su. Cam po ôa lle ·, en t re Cari o Gomes e Al– mi ran te Tama ndu ré, re omru end ei ao d ir ctor dtb ccção de ob ras que procede :;e aos r pectivo tudos JJarn aq uelle fi m. De pos:se d 'e · ·e trnu!l lho, encetarei a inda este uu □ o os mesmos serviços. E' da ma ior nece..; idad e ca lçar a estradn. S. J oão, descl e a uoca Souza F ranco até a t raves a q ue cnnd uz ao cur ro. o tempo das chu va·, essa iru porta.nte v ia publi ca fica nas peiores coud ições imaginavei , ilupo · ·ibili tando o mo vi– men to de vehi culos qu e, em uuruero con ideravel, pür a li fazem caminho. Considerando, porém, q ue a referi da e t rada e tá. de ·ti– nada naturalmen te a receber um dos mai impor tan te col– lectores dos exgottos geraes, serviço e te cuj o in icio 111.\.0 deve demorar mui to, julgo ?,e todo pon to improficuo qualq uer 01 elhorame11to, q ue term de fi car iu teiramente inn tili zado com a constru cc;llo do rn esmo coll ctor. Peusando !l'.;sim, ma ndei or~ ni zar plan ta e orçamen to da rua Municipalidade, desde o l'{educto até a t rave saque

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