Collecção de relatorios dos intendentes municipais de Belém dos annos de 1898 a 1901 Antonio José de Lemos
-. 72 - t i mo creou n'este muni cíp io com g ra es nppla u. o não ~õ do p ubli co d' est.a ca1, ita l como tani bem d e verdad eiras corn– petencias juri d i<'as ct o pa iz. O re ultado d 'es. as p rovHs foram a m elhore po.- iveis ; cin co a ium nos conseguira m completar o cu r o, de niodo 1t– t isfactori o. N ilo ei e m e enga no; penso, I or6m , q ue cvei alargar o · bori ·onte do en ·iuo 110 m esmo est~1 belecirnento ,- pro– cura nrlo reforma i-o de morlo que o alumno e1wo11tre a li ver– dade ira ampli tude parn se r, nao só um bom cidada.o, m as tau1 bem um coru pleto fu 11ccio11ario pu bli co, con hect>do r dos se us d ireitos e deveres. Em rece n te urt igo estampado n a imp re11sa d 'csta capitn l, um dos 111uis a ba lisado · prnfe ·sores tia facul dade d e d ireito de S. Pa ulo, t ra tando do in.:titu t(J «Pae de Ca rvalho", op i- 11ou pela deticie11 cia dm, rrmterias 4ue const ituem o cu rso <l o mesmo, sugge rin do id éas ·ob r(. o ;,cu a ugmeo to, cl uc ord o com a ex ige nciu do ensino. A' vo!;Sa con hecitl u conqi 0 te11 ·it\ e n t rego o m elin d ro o &s umpto; a vós ca be re ·olve l-o roino melhor en tenct ercl e . · a.o po . o deixar d1: n1uuife.·tar- ,·os a má im pre silo q ue m e deixou o 0111 pa rl,i111 en to ond C' fu11 ·ciornuum a a ul as d 'este i11 sti t L,to , 110 ed iti cio cio L yce u .P.Lraen. e, ced id o gen– til111 e11 te pelo ·eu <lin•cto r, actua l111c11te 1m cl lreeçs:io el o ser– vi ço a nit a rio mu n icipa l. E ' uma sulu uca11 hada, sitn na parte occirl enta l superior do pred io, sem a r e com ni odo u ecc.- ·uri o · ao bom a nd tt- 11,en to clm; a ul as, q ue ât> ob riga da s u fun ceiona r uma a uma, com g rand e_,prej:.i izo pa ra o e11. ino. P a rece-Ill e el e bon1 av iso iu ta lla r es e e tabelecimento de iust ru cçfio em p rcd io ap rop ri ado, ele for n ia a poder p re- eucll er os se us ti 11 ·• , l ust it ui ç:lo d e g rnndP fu t uro, mormen te se u.Uenderdes á. neces'lidade pa lp itante de amplia i- a nllo só na par te q ue di z re peilo aos fi 11.• a q ue se d esti 11a , con fo rme j íi vo. expuz acima , como íi parte economica p ropriamen te d ita, ella re– quer vossa preciosa a t te uçllo vo ,ms luzes no se n t ido ele a la rgar seu. hori ·011 tes. .E::;pero qu e leva reis em conta e tas ict <:lae, a uctori zando o executi vo mu nicipa l a executa r esi;as refo rmas. D i vc1·s o s L impeza publica.-Apezar do cui ds rlo qu é te nho tido com a exec1Jçllo d' este ini porta nte se rviço, fazendo o i,eus arre111atnn tes cumprirem a risca as ua ef' do contra cto, ell e
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