Brasil-Bolivia. incidente Acre - boliviano
-2z3- a ,;õcs . Tudo i::;to d,i razão p,ua n ós as con:si– dc>rH rrnos suspeitas. Esta falta de atten\,"ão pelo::; in tt>resses na– cionnes, o abandono em que se deixam os dos individuos, ei,; con tra o que en da1uo. Os se– ringuei1·os do Acre e Alto Punís não sabern de trntaclos, nem de linhas geode:,;iea:;. N" en– hum fu1; cciu1rn rio brasil<-iro os foi , ainda , pre– n-•11ir. E isso que pode tra zer att ritos de::;a– gradaveis com as autoridades bolirianas, e lllC fic1z receioso el e confiictos. Eu não instigo :1 Yiolenciar-, guc, nntes de tudo, i,,C'riarn prejucliciac,; aos meus i11t0r es::;c;-; pHrticulare:-,; mas· uma explo;:;ão do sentimento 11,i cional uão seria para me ra u,.;ar surpreza, 11 em ao s r. D. :ifovsés Santirnfi ez. O alto Pur11s, ú Jnco, o Ar re, ro111 os :,;eus quinze mil habi– tantes, os seu.~ serin o·aei::, e n suá producyão :rnnual de dois milhões de kil o:': de borrn c!1c1, não rn lerá lll< 0 110::; que a ilha d,1 Trind:id e, isolada 110 oceano, inncee~tii,·el e BÓ pomada, ·<Je cnrangneijos. Pará, 1(5 .Fevereiro de l b~Hl. .r. LUUIO D' MrnV.EJJO.
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